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Juno
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24/11/2008Cinema e TVPode falar de novo: “P****, Zé! Só agora você foi assistir Juno?” Sim, só agora. E preferia não ter ido. Detestei o filme. Eu sei que não é para ser levado a sério, mas não me contive.
Não aguentei ver a Jennifer Garner forçando a voz dela (I wanna be a mother so badly!) só para parecer mais mãe – convenhamos que ela não nasceu para ser atriz -, não aguentei ver a cara dos pais quando receberam a notícia de que a filha de 16 anos estava grávida, não aguentei sequer ver a primeira cena do filme em que Ellen Page vai comprar teste de gravidez com a maior naturalidade, não aguentei ver a cena em que ela liga para uma clínica de aborto também com a maior naturalidade.
Será que aconteceu algo parecido com a Diablo Cody para escrever uma história tão absurda? Ou será que ela teve pais tão relapsos a ponto de retratá-los dessa maneira? Ou pode ser o contrário: os pais dela eram tão repressivos que ela quis escrever um conto-de-fadas.
Eu até entendo o fato de a personagem tratar o filho dela como se fosse uma boneca. Adolescentes de 16 anos não tem mentalidade o suficiente para entender que há um outro ser humano dentro delas. Claro, não posso generalizar, mas creio que a maioria seja assim.
Não quero mais falar sobre esse filme.
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Tags: diablo cody, ellen page, jennifer garner, juno
2 comentário(s) para “Juno” 
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Só vejo as multidões de fãs de Juno vindo espancar o pobre Zé porque falou mal do filme… huahuahuahuahuahuahua
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hauauhauhaua…..
Tudo o que vc colocou como defeito foram as coisas que eu ví como qualidade….Eita mundo diverso sô!!!
Adoooro!
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1 Trackbacks / Pingbacks
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[...] melhor roteiro, “Amor Sem Escalas” (“Up In The Sky“), do mesmo diretor de “Juno” Jason Reitman, era uma das minhas esperanças de ser um filme que valeria a pena ter ido ao cinema [...]

































Cesar Cardoso 24/11/2008 em 09:19