Lykke Li

Lykke Li começou a fazer sucesso graças ao seu perfil no MySpace. Várias músicas demo estavam disponíveis para download, o que atraiu a atenção de vários curiosos sedentos por novidades musicais. Mas a fama demorou a vir, pois só em 2007 é que ela conseguiu lançar o primeiro EP, “Little Bit” (só três faixas, provavelmente para justificar o título do single).
Sua cultura é bem diversificada, se assim posso dizer. Apesar da nacionalidade sueca, Li Lykke Timotej Zachrisson (nem vou tentar pronunciar) passou parte da sua infância em Portugal, Marrocos, Índia e até Nepal. Se pensar que a garota só tem 22 anos, suas viagens são de causar inveja em qualquer um.
Seu primeiro álbum “Youth Novels”, lançado esse ano mesmo ano passado, teve repercussão positiva em praticamente toda a Europa e também nas terras do Tio Sam (com um pouco de atraso, como é de costume quando os artistas são do Mundo Velho). Foi em terra estrangeira, mais precisamente em Nova York, que Likke Li gravou seu álbum em apenas três meses – e pensar que ela só tinha 19 anos, um bom exemplo dessa safra de artistas bem jovens. Suas músicas vão do folk ao pop, com todo tipo de influência que você imaginar:
When I was very little I was into Michael Jackson. At six or seven it was Madonna, but she’s not what she used to be. I’ve been into everything from Edith Piaf to Joe Strummer to the Velvet Underground to Suicide to A Tribe Called Quest to African music. (The Observer)
Likke agora é conhecida e reconhecida até pela MTV, além de ter seus méritos pelo Swedish Grammy Awards com o vídeo Little Bit.


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