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1 comentário(s) para “O clichê da música eletrônica” RSS icon

  • Não é só a música eletrônica que vive entulhada de clichês. No rock tem vááários exemplos (Lenny Kravitz, Wolfmother).

    Mas o bom é que o universo musical é isto, um universo, e portanto é VASTO. Enquanto de um lado tem muita gente caindo no repeteco de clichês, de outro ainda é possível achar gente forçando as barreiras do convencional, inventando sons, inventando formas.

    E a idade ajuda mesmo, a gente teve muito mais contato com muito mais “conteúdo” em termos de música eletrônica, então o que a molecada acha inovação, pra nós é repeteco de coisas de 30 anos atrás :)

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2 Trackbacks / Pingbacks

  • [...] Já comentei o que penso da música eletrônica atual, então pulo essa parte. Vamos ao que interessa: “Divided By Night”, quarto disco de estúdio do The Crystal Method, traz à tona o melhor da música eletrônica daquela época (os anos 90 já estão beirando “vinte anos atrás”, mas eu não quero pensar nisso agora…rs!), música essa que não existe mais nos anos 2000. O trabalho de construir uma melodia coerente, com introdução de loops frequentes, beats e batidas pulsantes crescentes, sintetizadores ganhando força no fundo para dar estourar os tímpanos no ápice do refrão, scratches que dão a súbita pausa para acalmar os nervos parecem uma receita de bolo ultrapassada e sem sabor. Só que Ken e Scott guardaram a receita a sete chaves e ressucitaram em todo o repertório do novo trabalho. [...]

  • [...] chamem de antiquado, de oldskool, que eu tô ficando velho e rabugento, faço voto à antiga e boa música eletrônica. Prefiro as colagens musicais, fico nostálgico com a dance music dos anos 90, mato saudades da [...]

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