Zé Offline
Música. Cinema. Livros. Whatever.-
16/01/2010BlogosferaPara começar bem o ano, resolvi mudar o template. Queria algo simples, minimalista, mas no final escolhi um totalmente diferente. Mais colorido (tem verde!) com direito a foto da Ucha. Com o tempo eu mudo as imagens – dá um pouquinho de trabalho e a preguiça fala mais alto. Espero que tenha gostado.
Outra novidade. Tomei vergonha na cara e criei um e-mail: contato@zeoffline.com. Depois eu coloco aí do lado para ninguém esquecer.
Volto ao normal semana que vem. Tenho bandas novas para ouvir – não que sejam novas, mas é que eu não conhecia até então -, mas dou um jeito de preencher a semana com música nova. E seleta, como sempre.
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Pausa
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06/01/2010BlogosferaPausa para me recompor. Ainda estou perdido, mas prometo tentar voltar à programação normal em breve. Para compensar a falta, publiquei inúmeras fotos de Curitiba e Floripa.
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Pausa
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12/08/2009BlogosferaTrabalho anda me consumindo bastante nessas últimas semanas. Consigo fazer uma hora de almoço (com direito a cafezinho, claro), faço breves intervalos de cinco minutos de manhã e à tarde para um café-com-leite (os únicos momentos para distrair o cérebro de todos os funcionários), mas está difícil sair no horário. Não reclamo, já que não é sempre que acontece – tudo tem seus altos e baixos – e gosto muito, muito mesmo, do que faço.
A vida social tenta caminhar de mãos dadas com a profissional quando é possível – aparentemente os amigos também devem estar atarefados, visto que não tenho falado com mais nenhum deles nos últimos meses, nem por telefone, nem por e-mail, sequer por Orkut. A vida amorosa também não está conseguindo acompanhar os passos e a saudade fala mais alto do que os encontros de final de semana. Essa fase, porém, está ao fim: sonho da casa própria realizado (mesmo tropeçando por alguns pesadelos) e de mudança feita, faltando apenas os próprios donos se mudarem para, depois, voltarem à sua rotina de três meses atrás – isso mesmo, três longos meses longe um do outro; sacrifício esse que, apesar dos apesares, valeu a pena enfrentar.
Por motivo de força maior parei quase completamente com o Twitter. Mesmo sendo uma ferramenta de trabalho, serve mais como uma vitrine para ver o que os concorrentes – e a própria empresa onde trabalho – estão fazendo, além de tentar se atualizar com os @s da área em que atuo (em sua maioria profissionais de SEO, marketing digital e afins). Isso, claro, quando há tempo. Chegando tarde em casa, tento pendurar o cansaço no chaveiro mas é inevitável. Ainda assim tenho forças para me distrair navegando pela internet na companhia de meus inúmeros MP3s. Engraçado trabalhar mais de oito horas na frente do computador e ter paciência para ficar as últimas horas de lazer na frente de outro computador. Não tem jeito, tento arranjar outro hobby, mas é em vão: TV aberta não me faz mais rir, livros só quando vou e volto de ônibus (parece que eu não me concentro lendo em casa).
Minha mais nova forma de entretenimento é o Google Reader e Tumblr. Fico horas lendo o que meus amigos seguidores – e aqueles quem eu sigo, claro – compartilham. Besteirol, quadrinhos, textos longos e às vezes cansativos (alguns eu páro na metade… rs!), notícias sobre música – precisava especificar? – e sobre bizarrices brasileiras; fotos de gatos, gatinhos e gatões, mulheres quase nuas (e quase nenhum homem despido, oras bolas), mais quadrinhos, desenhos, pinturas, fotos amadoras e fotos de paisagens. Nesses dois mundos paralelos foi possível fazer novas amizades, compartilhar as mesmas idéias, mesmo que elas se repitam, discordar nos comentários, brigar e abraçar todos em poucas palavras (“ooowwwnn!”), números ([2]) e códigos (\o/).
E é assim que ando gastando meu ócio. O único problema é que a vontade de escrever por enquanto está adormecida. Como todos sabem, aqui é um espaço para promover a música que eu gosto – essas que aparecem aí do lado. Entretanto, para divulgar essa música é preciso de tempo para pensar no que escrever, escolher os adjetivos e ser conciso na descrição do artista. Isso não tem vindo à tona ultimamente, infelizmente. Não gosto de ter o blog com lacunas, prefiro preencher cada dia com algo novo, mesmo que seja em poucas linhas ou com vídeos.
Vou atualizando o blog quando puder, a medida da minha força de vontade, até que consiga deixar meu mundo mais redondo. Contudo, isso não é desculpa para você parar de vir aqui. Vai lá no índice musical e na seção de vídeos para ver se não esqueceu de ler nada.
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22/07/2009BlogosferaEu não fui um dos três ganhadores, mas fiquei entre os finalistas.
Tags: bichinhos de jardim, concurso de tirinhas
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17/07/2009Blogosfera, MúsicaQuem me falou sobre foi @ricricardo. Coincidência pura (leia-se encontro de bom gosto), estava ouvindo Elizabeth & The Catapult e ele disse que a banda estava bombando lá no The Sixty One. Fiquei curioso e, bom ouvinte e amante de música que sou, guiei meus dedinhos até o destino informado.

Não é diferente de uma rádio online, não é diferente de uma rede social. Você ouve a rádio dos outros, monta a sua, compartilha músicas e clica no coração para favoritá-las – desnecessário dizer que dá para compartilhar a música em outros canais online. Tudo igual se não fosse pelo fato de promover artistas que fazem o upload de seu próprio trabalho para que as pessoas façam seus devidos comentários e críticas. É o spread the world da web 2.0 em forma de música: quanto mais as pessoas escutam aquela música, mais e mais vezes ela vai para a homepage como uma das mais populares. Leia um pouco do que eles dizem ser a missão do projeto:
Think you’ve got a good ear? Aside from customizing your experience, creating an account allows you to earn reputation, level up your influence, and collect badges for discovering and recommending good music that others may enjoy. On thesixtyone, tastemaking becomes fun, competitive, and trackable.
Em síntese: tem sede por música boa e música nova? O seu lugar é, além de ser aqui, lá no T61. Aos poucos estou [heart] bandas novas (algumas inclusive lutando para assinar com algum selo ou gravadora) e artistas que já passaram por aqui.
Minhas sugestões: Honeybooks, Kate Tucker & The Sons Of Sweden, Universal Hall Pass e… se quiser saber mais, é só me adicionar lá: sixtyone.com/zeoffline.
Tags: honeybooks, kate tucker and the sons of sweden, rádio online, rede social, t61, the sixty one, the sixtyone, universal hall pass -
30/06/2009Blogosfera, MúsicaTwitter é uma fonte inesgotável de coisas boas. O @barbaaa comentou que o avatar do @leonardofsales estava muito “style”. Curiosidade matou o gato e lá fui eu visitar o blog dele. Eis que dou de cara com um widget só de livros! Cliquei na hora e fui parar no Goodreads, rede social que compartilha, além de poder marcar estrelinhas, os livros lidos pelas pessoas. Você pode, inclusive, escrever uma breve resenha sobre a leitura e – o mais legal de tudo – se tornar fã do seu escritor favorito.

Por ser uma rede social, não poderiam faltar as funções básicas: adicione pessoas do catálogo de endereços das contas de e-mails que possuir (GMail, Yahoo!, por exemplo) e ative o Twitter para que seus seguidores saibam que livro você está lendo no momento.
Já me cadastrei, procurei pelos últimos livros que li, dei as respectivas notas e adicionei meus escritores favoritos: Nick Hornby, Agatha Christie e Mark Haddon são alguns deles. Quem quiser, fique a vontade para me adicionar, o link está aí na coluna ao lado. Ou, se preferir, clique no widget que também fiz questão de deixar online.
Tem também a versão brazuca: Skoob, dica do Max Reinert. Está na fase beta, mas não deixa a desejar: alguns títulos estão tanto em inglês como em português (já adianto, sou chato: se li em inglês, clico no inglês; se só li em português, clico no português). Achei um pouco confuso na hora de encontrar pelos meus amigos – e não tem integração com as contas de e-mail para facilitar a procura. Se alguém já se cadastrou, por favor me avise se tem como personalizar um link.
Tags: goodreads, rede social
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19/05/2009BlogosferaEnquanto eu listava, organizava em ordem alfabética e linkava os posts para o meu índice musical, fui lembrando do que tinha escrito e do que não tinha – em outras palavras, do eu que deveria ter escrito.
Meu sonho sempre foi falar sobre música, mas me deparava – até hoje eu dou de cara com isso – com o fato de que explicar música é difícil, ainda mais para uma pessoa pobre em adjetivos como eu. Explicar o que é um gênero musical, falar um pouco sobre a trajetória de um artista e discorrer faixa por faixa de um simples álbum era e é um desafio para mim.
Ao mesmo tempo em que eu quero resenhar um disco ou uma banda, vem o sr. paradoxo puxar minha orelha dizendo: “coloque-se no lugar de quem está lendo; o leitor quer conhecer tal banda pela música ou pelo que você está escrevendo?” É muito fácil linkar o MySpace ou o site oficial do dito cujo e dizer que a música dele é legal. Simples assim, só que por outro lado não teria por quê eu criar esse blog. Não é mais rápido conhecer escutando do que perder tempo lendo um texto que, por mais descritivo e detalhista que seja, não consegue transmitir a sensação imediata de pensamentos como “amei!”, “adorei” ou “nossa, que lixo!”?
Sempre dou uma bisbilhotada em sites especializados em música, como o Pitchfork, por exemplo. Não é um site como revista Rolling Stone (não estou falando da versão brasileira, cuja qualidade do conteúdo fica bem longe da versão original), pois ele está voltado para a cena alternativa. Quando digo cena alternativa, inclua tudo o que não é relacionado a pop. Claro que há exceções; você sempre vai ler alguma coisa sobre Coldplay ou Radiohead, bandas que num passado distante eram rotuladas como alternativas mas que hoje são tão conhecidas quanto Aerosmith ou Guns’n'Roses (só citei essas bandas porque foram as primeiras que vieram à tona agora, ok?). As resenhas da Pitchfork são uma fonte inesgotável de adjetivos, verbos e substantivos que você nunca ouvir falar e com certeza não vai se dar o trabalho de procurar no dicionário para saber o que significam. Acho que a beleza do inglês está aí: a diversidade de sinônimos que você, às vezes, não encontra no vocabulário português (como já disse que sou péssimo para adjetivos, logo me abstenho de mais comentários).
É aí que começo a dar razão para o sr. paradoxo. Às vezes eu me canso dessas resenhas. “Eu não quero saber do que você está falando, eu quero conhecer logo o trabalho do fulano.” “Cadê o link do MySpace, pelo amor de Deus?” Eu me pego no pulo com esse tipo de atitude. Eu deveria, como bom apreciador de música (não sei se minha música tem o mesmo sentido para você), me dar o trabalho de ler a resenha inteira, depois ouvir sobre o que a resenha narrou e chegar à minha conclusão.
E essa impaciência que eu tento não transmitir para os meus leitores. O caminho, consequentemente, fica mais longo e tortuoso. Como falei, meu gosto musical é bem restrito e, se assim posso dizer, difícil de aceitar; quase não falo sobre pop (é raro, pode apostar); é difícil também encontrar alguém que goste ou se interesse pelo mesmo tipo de música que eu, logo a audiência desse blog fica menor. A divulgação consequentemente é penosa, já que mesmo com toda a criatividade de um bom redator não convenceria o leitor – principalmente aquele que não conhece ou não sabe como o meu blog funciona - a clicar em um link sobre um artista/música que ele não sabe quem/qual é. É fácil falar sobre Madonna, bem ou mal. Basta publicar o último clipe dela que seu blog vai ter inúmeras visitas.
Mais um ponto: se todo mundo conhece, por que então falar sobre? Vamos falar sobre o que as pessoas não conhecem. Porém, talvez, as pessoas não estejam dispostas a fazer descobertas. Banda nova é o que não falta, seja ela ruim ou boa. A mídia já faz seu papel de distribuir o que as gravadoras ditam como sucesso. Tudo bem que a música independente não gosta de estar no mainstream – o que, de certa forma, faz com que eles paguem uma visitinha para o sr. paradoxo, já que eles querem que seu trabalho seja conhecido e reconhecido; afinal, todo mundo quer ganhar dinheiro com o que gosta, não é?
Já escrevi sobre tantos artistas, mas a maioria, pelo que eu percebi, estão na minha seção “Rapidinhas da semana”. Havia uma época em que eu ouvia muita música nova ao mesmo tempo: muitas bandas, cantores (cantoras, principalmente), que o tempo não cedia tempo e eu me via na obrigação de falar sobre tudo e todos ao mesmo tempo, mesmo que fosse o mínimo possível. Esse mínimo, entretanto, tinha como exigência resumir quem é, que tipo de música é e se é bom. Chegava a ser impossível e eu ficava insatisfeito. Alguém aqui é perfeito?
O problema também está aí: geminiano tem mania de perfeição. Eu quero que todo mundo saiba o que estou ouvindo, o que eu descobri, mas também me preocupo com o nível de interesse de quem me visita. Se você só quer escutar o som, clica lá no link do MySpace; se você quer saber mais sobre, eu tento escrever o melhor possível.
No final das contas, não tem como agradar gregos e troianos. Talvez eu não tenha me agradado. Mas vou me acertando, a medida do possível. No início, o blog era mais pessoal, como se eu tentasse relacionar meu cotidiano e pensamentos com meu hobby predileto: ouvir música. Hoje tento me focar mais em música, organizar em temas ao mesmo tempo em que tento simplificar os temas (só tenho cinco categorias criadas, caso não tenham reparado).
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15/05/2009BlogosferaJá tive minha fase de fazer listas de livros, cds e dvds, meninos e meninas, só para ter controle dos meus bens. Pois bem, essa neura de organizar minha vida chegou por aqui. A neura ainda é uma idéia que exige tempo e paciência: montar um índice com todos os artistas que comentei, citei, falei bem, falei mal… enfim, todos. Será que eu consigo? Pelas minhas contas, quase cheguei nos 200 artistas.
Força na peruca e Deus me dê Fendi!
Tags: indice musical
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04/05/2009BlogosferaAgora sou apenas zeoffline.com.
Simplicidade e praticidade sempre andam de mãos dadas.
Atualizem seus links. Para quem já me lê no FeedBurner, o endereço continua o mesmo.
Tags: zeoffline.com -
26/04/2009BlogosferaFiquei sabendo de última hora, uma pena. Até queria escrever três posts, mas como hoje é o último dia, vou fazer um “3 em 1″.
1. Uploads
Há arquivos cujo tamanho excedem o máximo permitido quando anexados em seu e-mail. Uma ótima alternativa são os sites de armazenamento temporário. Você faz o upload do arquivo, ou seja, transfere ele para o servidor do site, e ele retorna com um link de download. Assim você pode informar esse link para qualquer pessoa, pois não precisa de cadastro para acessá-lo. Dependendo do site, o tempo de expiração varia, mas a maioria fica por mais de um mês disponível. Os sites também dão o link de exclusão, caso o arquivo seja confidencial ou de outra importância proporcional e a remoção dele seja necessária logo após o download. Confira os mais utilizados:Rapidshare: http://www.rapidshare.com
Megaupload: http://www.megaupload.com
Mediafire: http://www.mediafire.com
Sharebee: http://www.sharebee.com (ele “distribui” o seu arquivo para outros sites de armazenamento)
4Shared: http://www.4shared.comLembrando que esses sites também tem um limite de upload, porém são muito maiores do que o seu e-mail. Quando a pessoa acessa o link, ela tem de digitar algumas letras e/ou números de verificação e aguardar até 1 minuto para validar o link de download – isso acontece em todos, visto que são restrições para quem não paga pelo serviço.
2. Compactadores
Se você deseja enviar vários arquivos para alguém, o mais prático é utilizar um compactador de arquivos. Assim, você poupa trabalho de enviar um por um. Dá-se o nome de compactador porque o programa, além de transformá-los em um único arquivo, comprime para que ele fique um pouco mais leve. Os programas mais utilizados são:WinZip: http://www.winzip.com (extensão do arquivo: .zip)
WinRar: http://www.win-rar.com (extensão do arquivo: .rar)
Dica: ambos os sites são em inglês, mas os programas possuem versão em português. Se preferir, utilize os seguintes sites brasileiros para fazer o download deles: Baixaki ou Superdownloads.
Para compactar, selecione os arquivos e, com o botão direito, clique na opção “adicionar para o arquivo” ou, se preferir, “adicionar para [nome do arquivo]” (ele já dá a sugestão de título). No WinRar, você pode também pode compactar na extensão .zip – se eu não me engano (por favor, se certifiquem), o WinZip também descompacta arquivos .rar, função que não era possível nas versões anteriores. No “Método de compreensão”, você pode escolher a qualidade de compactação (mais rápido, normal, rápido, bom, ótimo). No “Método de atualização”, você escolhe se quer adicionar os arquivos selecionados sem substitui-los quando o .zip/.rar ficar pronto, entre outras funções que, honestamente, eu nunca usei.
3. Links
O que vou explicar, na verdade, são os encurtadores de links. Agora que Twitter está na voga, cujo espaço restringe até 140 caracteres, vários sites disponibilizam encurtadores de links longos. Veja alguns exemplos:TinyURL: http://www.tinyurl.com
Migre.me: http://migre.me (criação brasileira)
Bit.ly: http://bit.ly
Cli.gs: http://cli.gs
Ow.ly: http://ow.lyAlguns deles permitem que você tenha acesso a estatísticas, como quantas vezes o link foi clicado. Mas acho que não vem ao caso.
Tags: compactador, download, encurtador de links, link, movimento blog voluntário, upload






































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