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11/03/2010PodcastSó para não deixar o blog abandonado enquanto dou um jeito na minha mudança. Falando em mudança, encontrei uns CDs perdidos por aqui e bateu aquela nostalgia. Resolvi então fazer uma coletânea de música eletrônica com as minhas preferidas. Alguns artistas já foram comentados no blog, mas vale a pena ler de novo, não é? Divirta-se.
01. A Guy Called Gerald: Humanity (feat. Lou Rhodes)
02. Bent: I Can’t Believe It’s Over (2nd Version) (feat. Sian Evans from Kosheen)
03. Télépopmusik: Love’s Almighty (feat. Angela McCluskey)
04. Air: Vagabond (feat. Beck)
05. Funkstörung: Sleeping Beauty (feat. Lou Rhodes)
06. Olive: Smile
07. Chungking: Ticking
08. Afterlife: Speck Of Gold
09. Morcheeba: Trigger Hippie
10. Blue States: Allies
11. Bonobo: Between The Lines (feat. Bajka)
12. Mandalay: Not SeventeenMP3 | 192 Kpbs | 75.0 Mb | 54′37″ | download
P.S.: Peço desculpas, pois a última música saiu com um chiado bem incômodo. Falha técnica que não se repetirá nas próximas vezes.
Tags: a guy called gerald, afterlife, air, Angela McCluskey, bajka, beck, bent, blue states, chungking, funkstorung, kosheen, lamb, lou rhodes, mandalay, morcheeba, nicola hitchcock, olive, sian evans, telepopmusik
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26/01/2010Música
Assim que soube do segundo disco de minha querida Angela McCluskey, “You Could Start A Fight In An Empty House”, fiquei estarrecido e desesperado atrás dele. Sabia que não teriam muitas novidades musicais, visto que há muito tempo ela disponibilizava versões demos (inclusive algumas que não foram lançadas até hoje) em seu MySpace.
Esse trabalho de Angela na verdade é uma coletânea de canções as quais ela sempre quis compor e produzir com seus amigos e músicos favoritos. Ela também não se dá muito o trabalho de explicar o título do álbum:
l decided I wanted to capture a moment in time with some of my favorite musicians that would encapsulate the feeling of being at a show from beginning to end. I also fancied starting a fight in an empty house. So, I did.
De todas as treze músicas, somente duas eu não conhecia (provavelmente a única que ela não deixou online). A fusão de alguns estilos eletrônicos se deve exclusivamente aos pares que Angela fez para algumas faixas, como por exemplo Message e Westside Waltz, ambas produzidas por Duke B. Handle With Grace, desde a primeira vez que ouvi, sabia que tinha dedo de um dos membros do Télépopmusik (quem assinou essa colaboração foi Stephan Haeri), pois a melodia e os arranjos parecem de um dos discos do trio francês. End Of My Rope, quem diria, teve a participação de Bardi Johannsson (Bang Gang e Lady & Bird); Angela simplesmente resolveu pegar um vôo para a Islândia e se encontrar com ele. A faixa que talvez tenha mais notoriedade seja When I Was Running Out Of Time, cujo amigo da vez (e da voz também) é Joseph Arthur. O que dizer então de Truth Is – uma das mais belas do repertório -, música escrita às três da manhã, fruto de uma noite sem sono ao lado de Scott McCloud.
Outras, no entanto, não são inéditas, como é o caso de Day Ditty, escrita por Craig Wedren do Shudder To Think para a trilha sonora de um filme. Friend também deve ter entrado como homenagem, pois é de quando Angela fazia parte do Wild Colonials, sua primeira banda na década de 80.
Cada faixa traz a identidade dos amigos de Angela e o clima com que elas foram pensadas, escritas e produzidas. Foram momentos diferentes, ocasiões que ofereceram a oportunidade de se encontrarem e, por acaso, encerrarem esse encontro com notas rabiscadas em um papel. Pode ter demorado um bocado para ela lançar algo novo, mas valeu a pena esperar cinco anos.
Tags: Angela McCluskey, bang gang, bardi johannsson, craig wedren, duke b, joseph arthur, lady & bird, scott mccloud, shudder to think, stephan haeri, telepopmusik, wild colonials, you could start a fight in an empty house
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20/11/2009MúsicaTags: Angela McCluskey, you could start a fight in an empty house -
27/04/2009Música
Tags: angel milk, Angela McCluskey, breathe, chillout, deborah anderson, don't look back, genetic world, ghost girl, kim wayman, lounge, telepopmusik
Descobri essa semana que o trio Télépopmusik – nem só de Daft Punk vive a música eletrônica francesa – irá lançar em setembro desse ano seu terceiro álbum, ainda sem título. O primeiro single, Ghost Girl, já pode ser conferido lá no MySpace deles, com a participação de uma novo vocal feminino: Kim Wayman (ela parece a Angelina Jolie… rs!). Nos discos anteriores, “Genetic World” (2001) e “Angel Milk” (2005), a presença de Angela McCluskey na maioria das canções foi indispensável para o sucesso dos três garotos: Breathe e Don’t Look Back (confira todos os vídeos no próprio perfil deles) foram os singles que se destacaram nas principais coletâneas de chillout existentes mundo afora. -
23/04/2009MúsicaPassando o tempo no Blip.fm, percebi que agora as músicas estão integradas com o Imeem. Por curiosidade – e com o objetivo de postar streaming audio sem abusar do servidor -, reativei minha conta e fiquei buscando por alguns covers feitos por mulheres cujas versões originais são cantadas por homens. Vamos ver se vocês gostam:
Dani Siciliano – Come As You Are (Nirvana)
Tags: Angela McCluskey, bat for lashes, cover, dani siciliano, duffy, giant drag, matthew herbert, my brightest diamond, roisin murphy, sia
Matthew Herbert feat. Dani Siciliano – Everybody Here Wants You (Jeff Buckley)
Bat For Lashes – A Forest (The Cure)
Roisin Murphy – Slave To Love (Brian Ferry)
Sia – Paranoid Android (Radiohead)
Angela McCluskey – Lady Grinning Soul (David Bowie)
Giant Drag – God Only Knows (Beach Boys)
Duffy – Ready For The Floor (Hot Chip) -
14/05/2008MúsicaEu fico caçando músicas ao vivo por aí, inclusive no YouTube. Sei que ela gravou com o Joseph Arthur (ele não faz muito o meu estilo, tenho de admitir), até lembro de ter ouvido no MySpace dela, mas não me recordo de ter baixado a faixa. Meu computador está pedindo senha no boot, ou seja, estou sem acesso aos meus queridos mp3s -- vou ter que esperar por assistência técnica.
Esse cara é sortudo. Ele mandou e-mail pra ela e conseguiu uma faixa do novo álbum dela, que está para sair no verão (do hesmifério norte, claro). Inveja.
Bom, enquanto isso vou me deliciar com o novo álbum da Joan Wasser -- deve estar mais lindo do que o primeiro -- e depois vou arriscar meus ouvidos delicados e seletivos com a Martha Wainwright. Já não gosto muito do irmão dela, então imagine o que penso dela. Como é que eu posso ter boa impressão de alguém que coloca como título do álbum “I know you’re married but I’ve got feelings too” [eu sei que você é casado(a), mas eu também tenho sentimentos]. Faça-me o favor, tome vergonha na cara e conforme-se com a realidade nua e crua: se ele ou ela não gosta mais de você, pelo menos deseje que o casamento dele/dela seja feliz -- e não interfira, que é o mais importante; vá cuidar da sua vida. Não é recado para ninguém, é apenas minha humilde opinião sobre esse título infeliz.
Tags: Angela McCluskey, Joan As Police Woman -
24/04/2008Música
Angela McCluskey – The Things We Do (2004)
Sabe aquelas cantoras pelas quais você simplesmente se apaixona? Angela é uma delas. Ela já não é tão jovem assim ? nada contra quem já passou dos quarenta -, já teve uma banda de pop rock no começo dos anos 90, chamada The Wild Colonials, e é muito amiga da Cyndi Lauper e do Michael Stipe do R.E.M.
Depois de cantar com diversas pessoas, desde o pop alegre do The The (acho que a única música deles que fez sucesso foi This Is The Day) até o eletrônico bem lounge do trio francês Télépopmusik, ela resolveu dedicar um álbum só para ela. E ela se saiu muito bem.
Só ouvindo mesmo para sentir a força e o sentimentalismo que ela carrega em sua voz. Uma voz grave que às vezes parece um pouco desafinada, mas que não interfere na melodia das canções. Dá para perceber nas letras uma certa insegurança quando o assunto é amor: medo de perder o homem da vida, ficar sozinha e morrer esquecida pelo resto do mundo. Pode até parecer um pouco dramático falando assim, mas é o que geralmente acontece com qualquer um que esteja em um relacionamento, seja um duradouro ou um que não dure dois dias. Taí o título para comprovar: coisas que fazemos.
Para ter o gostinho extra ao ouvir a Angela McCluskey, vale muito a pena conferir as releituras que ela fez de cantores consagrados do jazz e do rock alternativo como Billie Holiday (Don’t Explain), David Bowie (Nature Boy), Tom Waits (Soldier’s Things) e Duke Ellignton (Solitude), em um projeto especial chamado Tryptich, que conta com a participação de um dos integrantes de sua antiga banda.
Ela agora está fazendo suspense, soltando uns demos inéditos (e maravilhosos, claro) no seu MySpace, mas por enquanto nada de novo. Mesmo se o segundo álbum não for legal, eu vou gostar do mesmo jeito. Não adianta, eu sou apaixonada por ela. ?
Tags: Angela McCluskey, cover, the things we do, the wild colonials -




































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