Rapidinhas da semana
A seleção de hoje está bem eclética. Tenha paciência de ler e ouvir todos, pois na segunda tem a segunda parte.
Jenny Wilson: mais uma cantora da Suécia, entretanto não está entre minhas favoritas. Bem que tentei escutar com mais apreço seu primeiro álbum, “Love And Youth”, mas não rolou. Agora ela está vindo com o segundo, “Hardships!” – quem sabe eu curto mais dessa vez. Só por curiosidade, ela fez parte de uma banda chamada First Floor Power. Que nome, não?
Chat: mais uma francesinha que fez o meu gosto. Mas não adianta porque Keren Ann ainda é a primeira da minha lista. Chat canta bem rápido e consegue entrar em sitonia com seu piano – muito bem tocado, por sinal. Quem sabe ela não se dá bem entre os artistas mais alternativos, assim como Camille e a esquisitinha da Emilie Simon. (uma pena que o site oficial da parisiense não tem versão em inglês, senão eu tentava chupinhar algo mais)
Bat For Lashes: a moça britânica fantasiada de indígena aborígene (brincadeirinha, ela viveu sua infância no Paquistão) está de volta com o segundo álbum, intitulado “Two Suns”, previsto para abril. Natasha Khan resolveu passear no deserto da Califórnia como fonte de inspiração para as novas letras. Por enquanto ela só divulgou a arte da capa do disco, mas eu acho que promete ser tão bom quanto o primeiro trabalho.
Casiotone For The Painfully Alone: fazia milênios que eu não ouvia nada dele. Sim, é só um cara mesmo, e o nome dele é Owen Ashworth. Não espere muito das músicas, pois são tão simples quando sua voz monótona e regular. Até o site oficial é simples. De acordo com as notícias do próprio site, mês que vem sai o álbum de raridades e b-sides “Advance Base Battery Life” (vai se acostumando, ele adora colocar títulos estranhos e cumpridos), que conta com um cover de Streets Of Philadelphia – fiquei curioso pra ouvir. Para completar, em abril, sai o quinto álbum “Vs. Child”.
Mirah: ela ganhou post especial por aqui, mas bem que ela merecia mais um. Depois de ter lançado uma coletânea de b-sides ano passado, esse ano ela lança “(A)Spera”, agendado para mês que vem. A única resenha que consegui encontrar foi da Amazon, ou seja, fala praticamente nada. É esperar para ouvir. (comentário a parte, o figurino dela na capa do disco não serve nem para festa a fantasia)
Mon-O-Phone: banda direto da Bélgica (não lembro de ter escutado ninguém de lá, exceto Hooverphonic, claro!) cujo som tem suas influências evidentes de PJ Harvey e Yeah Yeah Yeahs (tá lá no MySpace deles, nem precisavam ter citado). Apesar de não gostar de nenhuma dessas refererências, as músicas me cativaram prontamente – o que é um milagre, já que não é o tipo de rock que costumo ouvir. Eles estão juntos desde 2007, são bebês ainda… rs!
