Zé Offline
Música. Cinema. Livros. Whatever.-
01/02/2010MúsicaFã que é fã gosta de tudo e nunca coloca defeito em nada. Não sou desses fanáticos – pelo menos com essa banda -, então fiquei com um gostinho de “quero mais” pelas músicas que poderiam ter sido incluídas no setlist. The Cranberries tocaram um bom repertório, apesar de Dolores ter escolhido alguns singles de seus dois discos solo (o que, admito, não gostei nem um pouco). Mesmo assim, a energia carismática dela conquistou até os desavisados – provavelmente as pessoas pensaram que era alguma música do próprio grupo.
O show foi feito especialmente para quem curtia a banda na década de 90: nenhuma música do último disco, lançado em 2000, foi tocado (não é o meu favorito, mas bem que podiam ter considerado Analyse). A música de abertura foi How, mas eu comecei a me empolgar só com a próxima, Animal Instinct. Linger, um dos grandes sucessos, me pareceu não ter animado tanto assim o público. Músicas que eu sequer imaginei que pudessem ser tocadas, como You And Me (do quarto álbum), Dreaming My Dreams, Empty e Daffodil Lament (do segundo) me surpreenderam por completo.
O ápice para todos foi Zombie, claro, sendo que Ode To My Family já tinha levantado coro de todos; Dreams, que ficou para encerrar o show, também satisfez a alegria de quem queria ouvir as mais antigas. Como tinha certeza que a banda não descartaria esses hits, deixei para me emocionar com as que tanto queria escutar: Free To Decide e, principalmente, When You’re Gone (ambas do terceiro trabalho). Hollywood infelizmente ficou de fora, mas Empty, a primeira a ser tocada logo após a volta da banda ao palco, preencheu perfeitamente a lacuna. Nem preciso comentar que eu pulava descontroladamente ao som de Salvation.
Dolores frequentemente agradecia seus fãs (algumas vezes em português, por que não?) e, mesmo longe dos palcos e da banda por longos sete anos, sua performance contagiante não denotou nenhuma indisposição, inclusive na afinação de sua voz. Isso também vale para os outros integrantes da banda que, mesmo ofuscados um pouco pela vocalista, foram peças importantes para o bom desempenho de todas as músicas. O’Riordan falou bastante, sempre datando as músicas e, de vez em quando, explicando o que a levou a compor aquela letra. Também ficou feliz com os presentes que recebeu dos brasileiros (o ursinho em cima da bateria provavelmente era um deles).
Veja abaixo o setlist do show e clique no link para assistir os videoclipes (alguns são ao vivo):
01. How
02. Animal Instinct
03. Linger
04. Ordinary Day
05. Wanted
06. You And Me
07. Dreaming My Dreams
08. When You’re Gone
09. Daffodil Lament
10. I Can’t Be With You
11. Ode To My Family
12. Free To Decide
13. Waltzing Back
14. Switch Off The Moment
15. Salvation
16. Ridiculous Thoughts
17. Zombie18. Empty
19. Promisses
20. The Journey
21. Dreams
Tags: concerto, credicard hall, dolores oriordan, são paulo, show, the cranberries -
04/03/2009Música
É hoje o segundo show do Simply Red aqui em São Paulo, mais especificamente no longíquo-e-completamente-fora-de-mão Credicard Hall. Já aviso de antemão que não garanto um post decente até amanhã. Pelo jeito não vai ter muita novidade, mesmo porque é uma turnê de greatest hits, mas vou tentar ser o mais detalhista possível. Claro que não vou chegar ao ponto de colocar o setlist inteiro e descrever como foi a perfomance do ruivo descabelado música por música – não sou tão fã assim como no show do R.E.M. (cujo post foi publicado no Nossa Via; aguardem até eu conseguir meu backup e poder postar tudo por aqui).
E, claro, para não perder o costume, vou de camarote porque não tenho mais idade para ficar de pé na pista. É pedir para a veia safena da minha perna direita explodir (não, não são varizes, é veia dilatada mesmo).
Tags: credicard hall, greatest hits, mick hucknall, são paulo, show, simply red, tour 2009, turnê 2009
-
02/05/2008MúsicaO show do Groove Armada me deixou em trapos no dia seguinte. Mas valeu a pena. Admito que não estava lá muito empolgado, mas superou todas as minhas expectativas. Em companhia de minha colega de trabalho Bia, nos divertimos muito – além de termos dançado até nossos ossos ficarem contorcidos.
Pareceu muito rápido, mas foi uma hora e meia de apresentação. O resto antes e o resto depois não nos interessou em nada. Nem sabíamos quem eram os DJs – também se soubéssemos, a falta de interesse continuaria.
Tags: andy cato, credicard hall, groove armada, são paulo, show -




































Falou e disse