Zé Offline
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15/06/2009Música
O grupo francês Nouvelle Vague, famoso por fazer covers de bandas de pop/rock dos anos 80 em estilo bossa nova está com novo disco: “3″. Conheço quase todas as bandas, mas as músicas não. Tem Depeche Mode de novo (Master And Servant) e também repeteco de Echo And The Bunnymen (All My Colours), sendo que Martin Gore e Ian McCulloch participaram em suas respectivas canções. No repertório também tem Sex Pistols (God Save The Queen; para quem é fã, talvez não goste da versão repaginada) e Violent Femmes (Blister In The Sun). Dos grupos mais famosos, incluíram Simple Minds (The American), Talking Heads (Road To Nowhere) e Soft Cell (Say Hello Wave Goodbye).
Algumas cantoras foram convidadas, entre elas a brasileira Eloisia (alguém já ouviu falar?) e Melanie Pain -- minha predileta Phoebe Killdeer infelizmente não participou dos vocais nesse álbum. É claro que todos esperam, pelo menos eu, as músicas mais conhecidas, mas essas eles deixam para cantar ao vivo:
Tags: 3, anos 80, bossa nova, depeche mode, echo and the bunnymen, eloisia, ian mcculloch, martin gore, melanie pain, nouvelle vague, phoebe killdeer, sex pistols, simple minds, soft cell, talking heads, violent femmes
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Van She
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30/04/2009Música
Fiquei sabendo lá no INMWT. Resolvi ouvir uma música e gostei. Arrisquei ouvir o álbum e não me decepcionei. O quarteto australiano aí em cima é formado por Nick Routledge (vocais, guitarra), Matt Van Schie (baixo), Michael Di Francesco (sintetizadores) e Tomek Archer (batera). Influenciados pelo som dos anos 80 – eu me arrisco dizer que eles tiveram como referência Depeche Mode e The Cure -, Van She tem um repertório bem equilibrado no seu disco de estréia, “V”, que começa bem rock nas primeias faixas, onde eles abusam de baixo, guitarra e bateria.
Strangers, a primeira que ouvi, já me encantou de primeira; Cat & The Eye e Changes dobram a dose dos acordes de guitarras. Passando por It Could Be The Same, você percebe que os garotos se acalmaram um pouco e decidiram pular para os sintetizadores, fazendo a alegria de quem gosta de um bom synthpop (eu nem tanto, mas também depende da banda, né); Temps Mort provavelmente é a faixa que mais deve empolgar os fãs do gênero eletrônico, mesmo não chegando aos dois minutos.
A guitarra volta a fazer parte do arranjo em Talkin’, porém os efeitos de vozes distorcidas é bem visível – aliás, bem ouvível. Kelly incrementa as vozes alteradas digitalmente e esquece do rock que estava presente nas primeiras canções – com exceção de Virgin Suicide, que apesar de começar lenta em notas de violão e suave no tom do vocalista, se anima no refrão com a batera mais forte. Sunbeams repete a fórmula dos beats, mas fica muito melosa e repetitiva.
Strangers (confira o vídeo)
Changes
Cat & The Eye (confira o vídeo)
Temps Mort
Talkin’
Virgin Suicide
Kelly (confira o vídeo, completamente 80s!)
Tags: anos 80, cat & the eye, changes, depeche mode, it could be the same, kelly, matt van schie, michael di francesco, nick routledge, rock, strangers, synthpop, talkin', temps mort, the cure, tomek archer, v, van she, virgin suicide
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21/04/2009Música(assista ao vídeo primeiro para não reclamar de spoilers, por mais que não seja um filme ou um seriado)
Acho que já falei, caso não, falo agora: eu odeio Depeche Mode. Nenhuma música me agrada exceto as que todos conhecem (duas, três?). Wrong, primeiro single do último álbum de estúdio do grupo “Sounds Of Universe”, não faz parte da exceção: é péssima, o que me leva a conclusão de que o resto das faixas também devem ser insuportáveis.
Só estou escrevendo esse post por causa do clipe. O clipe sim é legal. Assustador, na verdade. Imagine-se dentro de um carro com as mãos amarradas e com a sua cara tampada por uma máscara que vai te sufocando conforme seu desespero aumenta. O detalhe é que o veículo se encontra na contra-mão e seu pé está fincado no acelerador.
Como se fosse regra, videoclipe nunca tem uma história coerente. É só aquilo e pronto, não tente entender. Entretanto, esse vídeo deveria ter uma segunda parte ou, sei lá, um making of só para explicar aos curiosos como o sujeito foi parar no carro daquele jeito. É querer demais, ainda mais para alguém que despreza o Depeche Mode como eu.
O diretor Patrick Daughters não é conhecido -- pelo menos não por mim, quem sabe o Giovanealex saiba quem é. Fuçando o Wikipedia, descobri que ele só dirige videoclipes e comerciais, mas deu para perceber que o cara tem bom gosto musical: Interpol, Feist e Beck, por exemplo. Se bobear, ele é fã do Yeah Yeah Yeahs, pois tem uns quatro vídeos dirigidos por ele. Não assisti a todos para dizer com precisão total que esse ou aquele é o estilo do Patrick. Pelo pouco que vi, ele sabe qual é o tipo de som de cada banda e acerta no clima da música.
Tags: beck, depeche mode, feist, interpol, patrick daughters, sounds of universe, vídeo, videoclipe, wrong, yeah yeah yeahs -
29/12/2008MúsicaDe vez em quando me pego ouvindo compilações ou mesmo álbuns de DJs/produtores que se consagram por causa de um remix, independente do artista ou banda ser famoso ou não. É o caso do Todd Terry, que se destacou bem na cena de house music com a versão de Missing do dueto londrino Everything But The Girl – quase ninguém, por sinal, conhece ou prefere a versão original. Até o vídeo ficou mais famoso com o remix.
Se não bastasse o sucesso massivo desse single, Todd mais uma vez colaborou em outros dois singles do EBTG: Wrong, do maravilhoso disco “Walking Wounded”, e Driving, que na verdade é um single da década de 80 que ganhou uma roupagem nova por causa da coletânea “The Best of EBTG”, de 1996. Além do casal, Todd já remixou The Cardigans (Lovefool), Garbage (Stupid Girl) e Jamiroquai (Alright). Isso é só para ter noção da diversidade musical que passou pelas mãos de Terry. Ele também se arrisca como produtor; lembro bem quando ele lançou, lá nos anos 90 (parece que não faz tempo, mas faz, viu), dois singles: um cover bem moderno do hit setentista Keep On Jumping e Something Goin’ On, ambos sob o comando de Jocelyn Brown e Martha Wash (uma das cantoras do The Weather Girls).
Outro que costumava escutar muito é Timo Maas, DJ alemão que é também conhecido como produtor musical. Já tem dois discos lançados, sendo que o último, “Pictures”, conta com a participação de Neneh Cherry, Kelis e Brian Molko, vocalista do Placebo, em algumas faixas. O que mais gosto do trabalho todo de Timo são seus remixes os quais renderam releituras bem legais de artistas como Garbage (Breaking Up The Girl), o próprio Placebo (Special K), Moloko (Familiar Feeling), Fatboy Slim (Star 69), Depeche Mode (Enjoy The Silence, consegue imaginar?) e até Madonna (Don’t Tell Me). A maioria dessas versões está compilada em dois volumes, ambos intitulados “Music For The Maases”.Talvez você tenha a impressão de que todos os remixes sejam iguais, não pelas músicas e sim pela “linha de produção”. Isso é fato: cada DJ tem sua identidade, como se fosse uma marca registrada. Ele pode demonstrar isso com uma batida ou outro artifício eletrônico em especial. O que acho legal dos DJs é que eles experimentam reinventar qualquer gênero musical, e é aí que que se destaca o trabalho deles.
Tags: brian molko, depeche mode, dj, everything but the girl, fatboy slim, garbage, jamiroquai, jocely brown, keep on jumping, madonna, martha wash, music for the maases, neneh cherry, placebo, produtor musical, something goin on, the cardigans, timo maas, todd terry -

































Falou e disse