Zé Offline
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11/08/2009MúsicaIn your eyes
Tags: emily haines, games for days, julian plenti, julian plenti is skyscraper, paul banks
I am magnified
I peep your sides
I do fantasize
I make your mind
Pretend that you’ve lied
I take it all away
I take it all away
‘Cause you just taste like the river -
20/05/2009Música
Eu conheço The Crystal Method praticamente de nome – lembro que eles fizeram um remix estonteante de I Think I’m Paranoid do Garbage. Realmente foi uma dos duetos que se destacaram no início dos anos 90, auge de várias vertentes da música eletrônica, entre elas techno, drum’n'bass (não sei por que jungle era sinônimo) e o breakbeat – joga aí na bacia Fatboy Slim, The Prodigy, The Chemical Brothers e Groove Armada (nem precisa de link porque são figurignhas pra lá de carimbadas). A dupla californiana, composta por Ken Jordan e Scott Kirkland, estava na mesma prateleira de sucesso que Orbital, ou seja, quase ninguém se dava conta de que eles eram tão famosos quanto os que acabei de citar.
Já comentei o que penso da música eletrônica atual, então pulo essa parte. Vamos ao que interessa: “Divided By Night”, quarto disco de estúdio do The Crystal Method, traz à tona o melhor da música eletrônica daquela época (os anos 90 já estão beirando “vinte anos atrás”, mas eu não quero pensar nisso agora…rs!), música essa que não existe mais nos anos 2000. O trabalho de construir uma melodia coerente, com introdução de loops frequentes, beats e batidas pulsantes crescentes, sintetizadores ganhando força no fundo para estourar os tímpanos no ápice do refrão, scratches que dão a súbita pausa para acalmar os nervos parecem uma receita de bolo ultrapassada e sem sabor. Só que Ken e Scott guardaram a receita a sete chaves e ressucitaram em todo o repertório do novo trabalho.
Os vocais têm peso, é fato, tanto que os convidados variam entre rappers e cantoras de rock. Porém, serviram muito bem para dar o incremento na “arte final” da produção. A faixa instrumental, que abre e dá título ao álbum, dita o caminho a ser trilhado: pura agitação. O primeiro single Drown In The Now mostra o lado mais gangsta do duo, mergulhando depois no electro de Kling To The Wreckage, abafado pelos acordes mais acentuados de guitarra. Double Down Under é outra melodia instrumental perfeita para trilha sonora de um filme de ação (será que eles quiseram matar saudades?). Dentre as minhas favoritas, senão as melhores do disco, estão Come Back Clean, cuja sequência rítmica dos versos cantados por Emily Haines se desenrolam fácil nos diversos efeitos eletrônicos; Slipstream, em contrapartida, é a versão masculina de Emily, cedendo a breaks mais graves e distorcidos para dar ênfase na voz um tanto ríspida de Jason Lytle. Senti que migalhas de trance foram jogadas em Black Rainbows e Falling Hard encerra a festa com uma bela balada de quase sete minutos.
Drown In The Now (feat. Matisyahu)
Divided By Night
Slipstream (feat. Jason Lytle)
Come Back Clean (feat. Emily Haines)
Garbage – I Think I’m Crystalized
Tags: anos 90, breakbeat, divided by night, emily haines, jason lytle, ken jordan, matisyahu, música eletrônica, scott kirkland, techno, the crystal method
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16/03/2009MúsicaNunca fui fã assíduo do Metric, admito. Prefiro muito mais o projeto solo da Emily Haines, líder do grupo originalmente formado em Nova York mas que agora tem como pátria o Canadá. Entretanto, nenhum dos três álbums até agora me detiveram tanto quanto o quarto, cujo lançamento está previsto para o mês que vem (mas que você pode conferir na íntegra lá no site oficial deles).

Sendo mais franco ainda, o disco que até então eu ouvia sem parar – e olha que não eram todas as faixas – era “Grow Up And Blow Away”, principalmente Soft Rock Star. Fora isso, mais nada. Agora com “Fantasies” é diferente: eu escuto todas sem exceção e sem parar.
Para começar, Help Me Alive, single de estréia que ganhou versão acústica (vai lá no site para baixar, é de graça), ganha força progressiva na bateria enquanto Emily solta aos poucos versos amigáveis como I tremble / They’re gonna eat me alive e, logo depois, já entra na frase principal da música com My heart keeps beating like a hammer. A introdução da próxima, Sick Muse, me fez vibrar porque é quase igual ao comecinho de Special do Garbage, e porque Haines coloca o coração na boca para cantar Everybody, everybody just wanna fall in love / Everybody, everybody just wanna play the lead. As guitarras de Satellite Mind remexe qualquer esqueleto e quase estoura qualquer tímpano se estiver no último volume. Para dar uma pausa, Twilight Galaxy relaxa as mentes perturbadas com um sitentizador de fundo – mesmo que ela não cante para isso: Go higher than high /Go lower than deep / Keep doing it wrong / Keep singing alone.
Mal dá para descansar e Metric volta com tudo com Gold Guns Girls – minha preferida, por sinal -, dando a impressão de que não estão satisfeitos (Is it ever gonna be enough?). Gimme Sympathy é a mais pop de todas, outra faixa que recebeu uma versão mais desplugada. Collect Call se atreve com uma leve melodia eletrônica do início ao fim, tornando-se a mais balada do álbum. Front Row rasga com um riff pesado e abafa de propósito a voz de Emily. Blindness soa melancólica por causa do protesto contra a maldade desenfreada do ser humano, tanto que até a batida pacífica e tímida só aparece no meio da música. E, para terminar, Stadium Love resume toda a empolgação do repertório como se realmente estívessemos em um estádio.
Agora me fala se não valeu a pena?
Tags: canadá, emily haines, fantasies, grow up and blow away, help i'm alive, metric, Nova York, rock, soft rock star
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03/08/2008MúsicaFazendo o infinito backup das minhas músicas, descobri que:
Bitter:Sweet, liderado pela baixista/programador do esquecido Supreme Beings Of Leisure, lançou o segundo disco. O primeiro foi há dois anos. O SBL também lançou um esse ano, mas não gostei nem um pouco. Espero que ele fique com o projeto paralelo. Pra variar um pouquinho, não deu tempo de conferir o playlist do novo álbum.
Jem está com música nova, adivinha onde? Na trilha do “Sex And The City”. É apenas uma prévia do novo álbum dela, a ser lançado esse ano. Tanta espera, viu… o primeiro disco dela estreou em 2004!
Brazilian Girls está com disco novo, “NYC”. Ouvi as que estão online no MySpace deles e até que gostei, apesar de não combinar muito com o som deles. Enfim, quando o álbum for lançado, pode voltar aqui que vai ter post especial para eles.
Broken Social Scene vai fazer show aqui em São Paulo pelo Eventful (nem lembro como e quando me cadastrei, agora recebo newsletters; é bem útil). Tudo bem, eu nunca ouvi nada deles – consequentemente não sou fã -, mas se a Leslie Feist e a Emily Haines aparecessem, eu até me arriscaria a ir. Pena que elas não fazem mais parte da banda – ou, por outro lado, que bom que elas seguiram carreira solo e se deram muito melhor. Comentários a parte, isso prova que Canadá não serve só pra produzir Alanis Morissette e Celine Dion – nem vou me dar o trabalho de linkar essas duas.
Tags: bittersweet, brazilian girls, broken social scene, emily haines, eventful, feist, leslie feist, nyc, supreme beings of leisure -



































Falou e disse