Zé Offline
Música. Cinema. Livros. Whatever.-
14/07/2010Música
Anders Trentemøller (pode escrever Trentemoeller para facilitar a grafia) é um multi-instrumentalista dinarmaquês cujo primeiro álbum, “The Last Resort”, lançado há quatro anos, ganhou espaço entre os artistas da música eletrônica. Com um toque sombrio, o repertório de Anders pode até ser definido como uma trilha sonora em potencial para qualquer filme de ficção científica, dada a sua preferência pelo minimal techno. Mesmo com quase todas as composições sendo instrumentais, uma ou outra música ele dedica um vocal -- que, no debut, ficou por conta de Richard Davis em Always Something Better e Ane Trolle em Moan.
Mas ele não para por aí: Anders também conquistou o gosto de algumas bandas e cantores bem conhecidos, tais como Moby, Franz Ferdinand e Depeche Mode. Seu segundo disco “Into The Great Wide Yonder”, ele já não se concentra tanto assim no techno, dando mais ênfase nos instrumentos:
Of course I didn’t want to make the same record twice. That would have been boring. The only thing I knew was that I’d want the music to be more organic, warm and not typical electronic sounding.
E realmente ficou mais orgânico. As guitarras dão uma maior sofisticação a esse novo trabalho, tornando-o ora um pouco progressivo, ora um pouco indie. O primeiro single Sycamore Feeling mostra bem essa mistura de estilos diferentes, ainda mais com os vocais femininos que remetem diretamente às influências de Hope Sandoval. Confira o vídeo a seguir:
Tags: always something better, anders trentemøller, ane trolle, depeche mode, franz ferdinand, hope sandoval, indie, instrumental, into the great wide yonder, minimal techno, moan, moby, progressivo, richard davis, the last resort, trentemoeller -
14/07/2009Música
Mais do que fazer um remix é reinterpretar. Talvez a distância entre os dois significados seja pura ilusão quando dão de cara com a criatividade. Beyond The Wizard’s Sleeve é o projeto conduzido pelo DJ e produtor Erol Alkan, responsável por dar roupagens novas para bandas como Zero 7, Yeah Yeah Yeahs e Interpol (entre muitos, muitos outros), e o músico Richard Norris (sua lista de colaborações é imensa). O resultado de tantas versões especialmente personalizadas para tantos artistas diferentes é a coletânea de remixes intitulada “Reanimations Vol. 1″ (já estou curioso pelo segundo capítulo).
O primeiro experimento que escutei foi Raise The Roof, segundo single do disco solo da Tracey Thorn (lembram do Everything But The Girl?): sem muito alarde, uma versão dub bem simplória. O que mais viciou meus ouvidos foi Happiness da Goldfrapp, conseguiu ficar mais agitada e mais empolgante que a original. Eu me surpreendi com a delicadeza que depositaram em Promises do Badly Drawn Boy, entretanto em nada me animou ao ouvir as distorções vocais em Young Folks de Peter Bjorn And John. Como já não gosto muito de Franz Ferdinand, achei que a dupla podia ter dado mais asas à imaginação ao recriar Ulysses. Battle Scars dos Chemical Brothers ficou próxima da original, mas ainda deixo meus créditos para os garotos, já que Tom e Ed não sabem mais fazer música eletrônica como antigamente.
Agora quer conhecer os remixes? É só jogar no YouTube que você vai conseguir ouvir quase, se bobear, todas.
Tags: badly drawn boy, beyond the wizards sleeve, erol alkan, franz ferdinand, goldfrapp, peter bjorn and john, reanimations vol 1, reinterpretação, remix, richard norris, the chemical brothers, tracey thorn, versão
-
13/04/2009MúsicaFiquei sabendo que algumas pessoas fizeram cover do último single da Britney Spears (ela não merece link). Pra mim, nada supera o Travis. Eles com certeza foram os pioneiros: já entraram na onda com o primeiro single da loirinha, tanto que virou b-side de Driftwood -- quando ainda eles eram mais desconhecidos e mais legais do que agora.
Para quem se lembra, CallmeKat também já brincou de fazer covers bizarros.
Tags: britney spears, callmekat, cover, driftwood, franz ferdinand, hit me baby one more time, lilly allen, travis -





































Falou e disse