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Zee Avi
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13/07/2009Música
Zee Avi -- não me pergunte como se pronuncia, mas não deve fugir muito da fonética em inglês -- me cativou só pela capa do disco. Não que fosse critério para eu decidir se ia escutar ou não, mas algo me chamou a atenção na simplicidade dessa malasiana. Com apenas 23 anos (eu não me canso de falar: a nova geração está entrando em cena cada vez mais cedo; é a idade avançando), Zee possui um repertório recheado de canções embaladas só com seu violão e uma voz deliciosa. De primeira, não achei tão original assim seu álbum debut. Norah Jones pode ter sido alguma influência -- a semelhança é grande, não tem como negar -, mas nada do que algumas repetidas investidas para me fazer mudar de idéia e me derreter por suas melodias “jazzísticas” e “soulísticas”.
Pelo que li na biografia oficial, Avi jogava seus demos (gravados por uma webcam) no YouTube e recebia um comentário aqui, outro lá, e assim por diante, o que naturalmente se transformou em uma positiva bola de neve. Mais e mais pessoas se interessavam por suas músicas, chegando ao ponto de ter recebido quase 3 mil e-mails elogiando uma música natalina -- a última, segundo ela, a ser postada no site de vídeos. Hoje seu disco é assinado por duas gravadoras, Monotone Records (cuja coleção de artistas vai desde White Stripes a Vampire Weekend) e Brushfire Records, administrada por ninguém menos que Jack Johnson.
Confira o vídeo do single Bitter Heart:
Tags: brushfire records, jack johnson, jazz, malasia, monotone records, norah jones, soul, zee avi
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16/04/2008MúsicaNão sou fã e muito menos expert em jazz, então não me culpe ou jogue pedras pelas indicações. Ontem me mostraram a Melody Gardot (toda metida a francesinha), mas sinceramente não curti muito. Quando falei que soava Norah Jones um pouco mais calminha, quase fui espancado (não na forma literal, ainda bem).
Bernadette Seacrest. Apesar das tatuagens em seus ombros, a voz da mulher nega qualquer impressão de uma cantora punk ou grunge. Seus provocadores (eu sei que é brega e sem graça, mas eu adoro trocadilhos infames: o pessoal da banda dela é chamado de Provocateurs) dão a arte final para o repertório ficar de primeira linha. A única música que eu realmente conheço é Fever – não me pergunte se as outras canções são covers ou se são dela ou ainda de outro compositor -, mas o toque que ela dá no álbum é estonteante. Engraçado como as letras passam por todo tipo de ego e situação: em My Man ela tem certeza que é o cara da vida dela (mesmo não sendo aquelas coisas); já em Cold In My Bed ela só reclama (quem mandou largar o homem, agora aguenta!); Body And Soul, então, nem se fala (só falta ela se rastejar). Bom, vai lá e ouve. Se gostar muito, aproveita e faz o dowload gratuito do álbum ao vivo bem aqui.
Tags: bernadette seacrest, jazz, jazz contemporâneo, melody gardot, norah jones, nostalgia 77, provocateurs
Nostalgia 77. Já li que é um jazz contemporâneo, mas como não sei o que é ser contemporâneo, então não faz a mínima diferença para mim. Seja lá qual for o tipo de jazz, eu gosto do que eles fazem. Não tenho o que falar deles, mesmo porque não os conheço muito – só sei que é um octeto, serve? Eles fizeram um cover do White Stripes (já devo ter falado que eu não suporto eles dois)… adivinha que música? Seven Nation Army, é claro. Que novidade – aliás, não sei por que tanta gente gosta de fazer cover dessa música. Mas a versão ficou esplêndida, garanto. -


































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