Zé Offline
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15/06/2009Música
O grupo francês Nouvelle Vague, famoso por fazer covers de bandas de pop/rock dos anos 80 em estilo bossa nova está com novo disco: “3″. Conheço quase todas as bandas, mas as músicas não. Tem Depeche Mode de novo (Master And Servant) e também repeteco de Echo And The Bunnymen (All My Colours), sendo que Martin Gore e Ian McCulloch participaram em suas respectivas canções. No repertório também tem Sex Pistols (God Save The Queen; para quem é fã, talvez não goste da versão repaginada) e Violent Femmes (Blister In The Sun). Dos grupos mais famosos, incluíram Simple Minds (The American), Talking Heads (Road To Nowhere) e Soft Cell (Say Hello Wave Goodbye).
Algumas cantoras foram convidadas, entre elas a brasileira Eloisia (alguém já ouviu falar?) e Melanie Pain -- minha predileta Phoebe Killdeer infelizmente não participou dos vocais nesse álbum. É claro que todos esperam, pelo menos eu, as músicas mais conhecidas, mas essas eles deixam para cantar ao vivo:
Tags: 3, anos 80, bossa nova, depeche mode, echo and the bunnymen, eloisia, ian mcculloch, martin gore, melanie pain, nouvelle vague, phoebe killdeer, sex pistols, simple minds, soft cell, talking heads, violent femmes
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18/01/2009Música
Há cantoras que se destacam pela carreira que teve em conjunto do que em solo. É o caso de Phoebe Killdeer, uma das vocalistas do Nouvelle Vague, banda liderada pelo francês Marc Collin que toca sucessos dos anos 80 em ritmo de bossa nova.
Para quem ouve o primeiro trabalho de Phoebe, “Weather’s Coming”, se surpreende pela criatividade de suas composições – tanto nas melodias como nas letras – e a diferença em relação ao Nouvelle Vague: nada que lembre new age e muito menos vocais finos e delicados. Agora Killdeer está totalmente voltada para o rock, o blues e o soul, isso graças ao auxílio de seus short straws Cedric Le Roux (guitarra), Alex King (baixo) e Raphaël Seguinier (bateria). As doze faixas se tornam uma viagem rápida e imperceptível por cada um desses estilos, às vezes se misturando harmoniosamente, sendo que o clima improvisado do jazz se sobressai timidamente.
Sou suspeito para falar que eu prefiro uma canção a outra (o disco inteiro não comete nenhum deslize na produção), mas tenho de ressaltar pelo menos aquelas que justificam muito bem a mistura de gêneros musicais. Let Me é a faixa mais lenta do álbum, cuja letra é um convite sutilmente ousado de Phoebe para seu pretendente inseguro e amedrontado; Big Fight segue a linha contrária, brincando com as rimas de versos curtos e mostrando lentamente uma aposta arriscada para a grande luta; Jack se rende às guitarras do rock ao fazer uma declaração intensa de amor (“I like you very much” é o ápice da emoção na voz de Phoebe).
Tags: alex king, blues, cedric le roux, jazz, nouvelle vague, phoebe killdeer, raphael seguinier, rock, soul, weather's coming -
27/11/2008Música
Não lembra a Polly Paulusma*?Poderia jurar que já tinha escrito sobre CALLmeKAT (assim mesmo, com letras maiúsculas e minúsculas, tudo junto), mas dei uma busca rápida e nada. Mas tudo bem, falo agora. Seu nome é Katrine Ottosen, mas ela se denomina apenas por Kat. Seus instrumentos se resumem ao seu laptop, basicamente, e o teclado, assim como outros efeitos especiais nada convencionais: botões de gravação e de delete (será que é o famoso som de alerta do Windows?)
De acordo com seu MySpace, ela abriu shows de artistas como Nouvelle Vague (nossa… quantas vezes eu já os citei por aqui?) e Sebastien Tellier, além de contribuir em trabalhos de estúdio como o projeto Hollywood, Mon Amour – ela canta Eye Of The Tiger; acredite se quiser, só agora eu me toquei que é ela!
Em junho desse ano ela lançou seu primeiro EP, cujo título estranhíssimo “I’m In A Polaroid – Where Are You?” faz um pouco de sentido quando se ouve as primeiras experiências musicais de Kat. “Fall Down”, disco debut que foi lançado não há muito tempo, tem até um cover bizarro de Toxic da pop descartável Britney Spears. Quando disse que ela usa instrumentos exóticos, ela usa o que tiver à mão, literalmente:
it was recorded over quite a bit of time, while falling in love with sounds from beautiful keyboards, ugly keyboards, old bass guitars and drums and whatever else was sitting around the room and in the computer. sometimes a sound wasn’t any of those places. then we’d create it. that’s more fun anyway. there’s a beat made of a noisy chair and pixie noises that are really just the sound of an old very blue organ, artificial mice dancing on the table and playing percussion or other instruments in their own subtle way, and much much more.
*Curiosidade matou o gato? Então faça uma visita para a moça da foto. Não faz muito o meu estilo, mas enfim… não custa nada dar uma espiada para ver se você curte.
Tags: callmekat, fall down, i'm in a polaroid where are you, kat, katrine ottosen, nouvelle vague, sebastien tellier -
16/10/2008Música
Quando ouvi todo o tracklist de músicas que fizeram sucesso nos anos 80, todas com uma roupagem completamente diferente, algo me atinou na hora: é quase uma cópia do Nouvelle Vague. Não por acaso: Hollywood, Mon Amour é o novo projeto de Marc Collin, um dos fundadores do Nouvelle Vague; também não é de se estranhar que a gravadora que assina o trabalho é a The Perfect Kiss, que já lançou outros membros do mesmo Nouvelle Vague (Marina Celeste e Phoebe Killdeer). Confesso que me interessei só pelas músicas cantadas pela Skye (Call Me e A View To Kill) e, acredite se quiser, a paulistana erradicada em Londres Cibelle (Footloose). Tem também uma cantada pela Juliette Lewis – isso mesmo, aquela que se fantasiou de índia [sic]. Ela não é minha cantora preferida e tampouco conheço a versão original de This Is Not America (eu não sou fã de David Bowie, pode me xingar), mas a versão dela é a minha preferida de todas. Há também covers que ficaram muito bons, como a breguíssima Arthur’s Theme (Best That You Can Do), a calorosa Flashdance… What A Feeling, que aqui ficou bem mais calminha, e Together In Electric Dreams.
Depois de tanto ouvir as novas versões e as versões originais, cheguei a conclusão de que a década de 80 foi a mais brega que eu vivi. Ainda bem que eu era criança e não tinha noção do que era ser ridículo.
Tags: 80s movies reinvented, a view to kill, anos 80, arthurs theme, bossa nova, call me, cibelle, flashdance, footloose, hollywood mon amour, juliette lewis, nouvelle vague, skye, this is not america, together in electric dreams, what a feeling -
11/08/2008MúsicaÉ raro eu ouvir discos gravados ao vivo, salvo se há uma música inédita, um cover feito como brincadeira. Enfim, se é para ter algum show ao vivo, que ao menos tenha em DVD, e não só em CD. Nouvelle Vague, para quem AINDA não sabe, é uma banda que faz cover de músicas dos anos 80 (confira o playlist) em estilo bossa nova.
Aí você vira pra mim e aponta aquele dedo com sujeira na ponta da unha: “mas você disse que DETESTA música popular brasileira!” Sim, é verdade, mas o fato de a bossa nova ter se originado do Brasil (que a Europa fique para sempre com os Gilbertos -- Astrud, João e Bebel, além dos congêneros imitadores baratos) não quer dizer que eu gosto de música brasileira indiretamente. Deu pra entender? Não vamos chegar ao cúmulo de que, se eu ouvir a Shirley Manson cantando samba eu vou adorar. Sou fã, mas não chega a tanto.
Quem aí se lembra do Billy Idol?Eles só tem dois álbuns de estúdio, mas se você dar uma bisbilhotada no YouTube, vai encontrar várias versões. Nesse disco ao vivo duplo, entitulado apenas como “Aula Magna 17.12.07″, tem duas “novas” músicas: Sweet Dreams (Eurythmics, preciso dizer?) e Grey Day do Madness (nunca ouvi falar). As outras eu já conheço e, para falar a verdade, não ficou muito diferente do que o convencional. Destaque para minha predileta -- essa sim ficou linda no palco -, In A Manner Of Speaking. E sabe o que é engraçado? Depois de tanto ouvir a Phoebe cantando sozinha, é incrível como eu consigo reconhecer sua voz de imediato (duh!).
Tags: anos 80, aula magna, bossa nova, nouvelle vague, phoebe killdeer -
13/03/2008Blogosfera, MúsicaComeço de blog é sempre aquela indecisão do que escrever. Ainda mais depois de ter que escolher layout, adicionar os links, escolher cor, foto, blá blá blá.
Enfim, esse é o começo, mesmo que sem nada. Não esperem muita coisa interessante por aqui. Vou falar o que der na telha. Se gostou, fique a vontade; se não gostou, o “x” do seu browser é a servetia da rua. Já não dizem “os incomodados que se incomodem”? Pois bem, é isso aí.
Vamos lá então
O novo álbum do Portishead, entitulado pobremente de Third (nem dá pra saber que é o terceiro trabalho deles, dãããã), já vazou legal e ilegalmente na rede. Se eu tô preocupado com as gravadoras e a própria banda, que ralou pra gravar as músicas e gastou um dinheirão – dinheiro esse que foi engolido pela gravadora? Lógico que não, eu quero é música, não importa como eu as consegui. Pois bem, voltando ao álbum: mesmo clima mórbido, uma viagem psicodélica diante de tantos ruídos que, às vezes, atrapalham a voz maravilhosa, suave e melancólica da Beth Gibbons. Melhor que os outros dois? Talvez, mas ainda acho que, mesmo depois de quase dez anos, eles não decepcionaram os fãs. O trip-hop ainda existe!Outra cantora que tenho ouvido no repeat é a Phoebe Killdeer. Por nome ninguém vai conhecer – nem eu sabia quem era ela -, mas se eu falar que ela cantava no Nouvelle Vague, o sininho vai tocar na cabeça de todo mundo. Mas não se confudam com o estilo musical, o dela é totalmente diferente. Desculpe, mas não vou saber dizer com quem ela parece – a música, tá, não ela fisicamente. Talvez My Brightest Diamond, mas tá mais pra um jazz contemporâneo do que um indie rock.
Cinema
Tags: beth gibbons, indie rock, juno, my brightest diamond, nouvelle vague, once, phoebe killdeer, portishead, the frames, third
Preciso muito ir ao cinema. Tem tantos filmes que já ganharam ou perderam o Oscar, e eu aqui, de férias. Mas cinema tá muito caro, mesmo tendo carteirinha (até 2010 ah-ah-ah!) pra pagar meia. Vou esperar chegar na locadora. Quero ver Juno e Once (já chegou aqui no Brasil?), estrelando o vocalista horroroso mas com voz linda do The Frames. -

































Falou e disse