Zé Offline
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16/03/2010Podcast
O nome dele é Leonardo Cunha, mas todo mundo o conhece por Piano Black. Até a mãe dele o chama por Piano. É carioca, mas a gente dá um desconto porque ele gosta de música boa. Ele até se deu o trabalho de vir à São Paulo para se encontrar com a nossa panelinha do Google Reader e falar muita besteira – mais do que as que ele posta no seu Tumblr (cuidado ao abrir). Piano é um cara que curte indie rock, bandas tão desconhecidas – nem todas – e tão boas quanto as que eu coloco aqui no blog. Graças à ele, descobri a banda que eu pus de bônus no final do playlist. Divirtam-se, pois o repertório foi muito bem selecionado por Piano – especialmente para o meu blog, já que eu pentelhei todos para que me enviassem suas músicas prediletas.
MP3 | 192 Kpbs | 61.5 Mb | 44’48″ | download
01. Cocoanut Groove: End Of The Summer On Bookbinder Road
02. Menomena: My My
03. Portugal, The Man: The Woods
04. Gang Gang Dance: Desert Storm
05. Space Rave: Uma Estranha Paz
06. At The Drive-In: Pattern Against User
07. Mando Diao: Mean Street
08. Thee Oh Sees: A Flag In The Court
09. Peter Bjorn & John: Up Against The Wall
10. Wolf Parade: California DreamerBônus:
11. Spiral Beach: Scour + Devour
Tags: at the drive-in, cocoanut groove, gang gang dance, google reader, leonardo cunha, mando diao, menomena, peter bjorn and john, piano black, portugal the man, space rave, spiral beach, thee oh sees, wolf parade -
14/07/2009Música
Mais do que fazer um remix é reinterpretar. Talvez a distância entre os dois significados seja pura ilusão quando dão de cara com a criatividade. Beyond The Wizard’s Sleeve é o projeto conduzido pelo DJ e produtor Erol Alkan, responsável por dar roupagens novas para bandas como Zero 7, Yeah Yeah Yeahs e Interpol (entre muitos, muitos outros), e o músico Richard Norris (sua lista de colaborações é imensa). O resultado de tantas versões especialmente personalizadas para tantos artistas diferentes é a coletânea de remixes intitulada “Reanimations Vol. 1″ (já estou curioso pelo segundo capítulo).
O primeiro experimento que escutei foi Raise The Roof, segundo single do disco solo da Tracey Thorn (lembram do Everything But The Girl?): sem muito alarde, uma versão dub bem simplória. O que mais viciou meus ouvidos foi Happiness da Goldfrapp, conseguiu ficar mais agitada e mais empolgante que a original. Eu me surpreendi com a delicadeza que depositaram em Promises do Badly Drawn Boy, entretanto em nada me animou ao ouvir as distorções vocais em Young Folks de Peter Bjorn And John. Como já não gosto muito de Franz Ferdinand, achei que a dupla podia ter dado mais asas à imaginação ao recriar Ulysses. Battle Scars dos Chemical Brothers ficou próxima da original, mas ainda deixo meus créditos para os garotos, já que Tom e Ed não sabem mais fazer música eletrônica como antigamente.
Agora quer conhecer os remixes? É só jogar no YouTube que você vai conseguir ouvir quase, se bobear, todas.
Tags: badly drawn boy, beyond the wizards sleeve, erol alkan, franz ferdinand, goldfrapp, peter bjorn and john, reanimations vol 1, reinterpretação, remix, richard norris, the chemical brothers, tracey thorn, versão
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Falou e disse