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04/08/2010Música
Depois do mistério que rondou sobre sua morte após tantos anos ao lado de seu companheiro do Dresden Dolls, Amanda Palmer ressurge com um EP de covers só do Radiohead.
Não é novidade alguma alguém cantar os singles mais conhecidos de uma banda famosa -- apesar de ser considerada insistentemente como alternativa por alguns fãs teimosos -, mas mesmo assim Amanda consegue dar o seu próprio toque nas versões com a ajuda de um ukulele (vide ilustração acima para saber o que é).
Minhas interpretações preferidas até o momento são Idioteque (cujo ukulele não foi o protagonista), Exit Music (For A Film) (Palmer afina as cordas vocais com muito vigor e estilo) e No Surprises (não ficou muito diferente, para falar a verdade). Ainda tem High & Dry e, claro, Fake Plastic Trees e Creep, sendo que essa última conta com duas versões ao vivo.
Confira a seguir a performance dramática de Exit Music (For A Film):
Tags: amanda palmer, cover, covers, radiohead, the dresden dolls, ukulele, who killed amanda palmer -
22/06/2010Podcast
Fazia tempo que não publicava um podcast por aqui. Dessa vez os covers são feitos por mulheres, cujas versões originais também são cantadas por mulheres. Como bônus – para fugir um pouco à regra e para não perder o costume -, coloquei algumas versões cantadas por homens (com exceção da última que, por equívoco, pensei ser cover de um cantor). Aperte o play e divirta-se!MP3 | 192 Kpbs | 71.5 Mb | 52’08″ | download
01. Joan As Police Woman: Overprotected (Britney Spears)
02. Ane Brun: True Colors (Cyndi Lauper)
03. CallMeKat: Toxic (Britney Spears)
04. Corrinna Repp: You’ve Been Flirting Again (Björk)
05. Nouvelle Vague feat. Angela McCluskey: We Don’t Need Another Hero (Tina Turner)
06. Russian Red: Girls Just Wanna Have Fun (Cyndi Lauper)
07. Yeah Yeah Yeahs: Hyperballad (Björk)
08. Tori Amos: All Through The Night (Cyndi Lauper)
09. Corinne Bailey Rae: Venus As A Boy (Björk)
10. New Buffalo: Don’t Let Me Be Misunderstood (Nina Simone)Bônus:
Tags: ace of base, ane brun, Angela McCluskey, björk, cantoras, corinne bailey rae, corrinna repp, cover, covers, cyndi lauper, gerald toto, Glen Hansard, Joan As Police Woman, mulheres, new buffalo, nina simone, nouvelle vague, olive, patsy cline, Podcast, portishead, radiohead, the kills, the kooks, tori amos, woon
11. Nouvelle Vague feat. Gerald Toto: Sweet Dreams (Eurythmics)
12. The Kooks: All That She Wants (Ace Of Base)
13. Glen Hansard: Everytime (Britney Spears)
14. Woon: You’re Not Alone (Olive)
15. Radiohead: The Rip (Portishead)
16. The Kills: Crazy (Patsy Cline) -
01/04/2010Podcast
Terceira e última edição que conta com covers femininos cujas versões originais são cantadas por homens. O repertório está o mais pop entre todos e, mais uma vez, coloquei bônus no final do playlist para fugir um pouco à regra. Semana que vem tem outro podcast, porém com inserções sonoras até então inéditas.
MP3 | 192 Kpbs | 73.5 Mb | 53’33″ | download
01. Matthew Herbert feat. Dani Siciliano: Everybody Here Wants You (Jeff Buckley)
02. Mia Doi Todd: Norwergian Wood (The Beatles)
03. Róisín Murphy: Slave To Love (Brian Ferry)
04. Flunk: See You (Depeche Mode)
05. Sia: Paranoid Android (Radiohead)
06. Taken By Trees: Sweet Child O’ Mine (Guns’N ‘Roses)
07. Skye: Feel Good Inc. (Gorillaz)
08. The Cardigans: Das Model (Kraftwerk)
09. Imogen Heap: Thriller (Michael Jackson)
10. Bat For Lashes: Use Somebody (Kings Of Leon)
11. A Camp: Us And Them (Pink Floyd)
12. Ingrid Michaelson: Can’t Help Falling In Love (Elvis Presley)Bônus:
13. Ben Lee: Kids (MGMT)
Tags: a camp, bat for lashes, brian ferry, cantoras, cover, covers, dani siciliano, depece mode, elvis presley, flunk, gorillaz, guns n roses, imogen heap, ingrid michaelson, jeff buckley, kings of leon, kraftwerk, matthew herbert, mia doi todd, michael jackson, Música, pink floyd, radiohead, roisin murphy, sia, skye, taken by trees, the beatles, the cardigans -
31/03/2010Podcast
Natália Nambara também estava lá desde o começo comentando nos shares do Google Reader. Será que só eu não percebo? Às vezes é falta de tempo mesmo para dar conta de tantos itens não-lidos – todos nós nos sentimos culpados e, muitas das vezes, obrigados a ler tudo. No segundo encontro do nossa panelinha, ela estava lá, apesar de não ter ficado muito tempo (quase levou puxão de orelha por causa disso); mas não tem problema, nós damos uma segunda chance para o próximo. O playlist da Natália é recheado de ótimas bandas e ótimas cantoras – sou suspeito para falar, pois sou fã de algumas delas -, balanceado entre o rock e o acústico.
MP3 | 192 Kpbs | 63.6 Mb | 46’20″ | download
01. Interpol: Evil
Tags: bebel gilberto, belle and sebastian, bloc party, cazuza, death cab for cutie, emiliana torrini, feist, google reader, interpol, natália nambara, novos baianos, pixies, radiohead, spoon, the beatles, the cure
02. Pixies: Havalina
03. Spoon: I Summon You
04. Novos Baianos: A Menina Dança
05. Bloc Party: This Modern Love
06. Radiohead: Idioteque
07. Belle & Sebastian: Get Me Away From Here, I’m Dying
08. Feist: I Feel It All
09. Emiliana Torrini: Heartstopper
10. Death Cab For Cutie: I Will Follow You Into The Dark
11. The Beatles: I Am The Walrus
12. Cazuza e Bebel Gilberto: Eu Preciso Dizer Que Te Amo
13. The Cure: Friday I’m In Love -
31/07/2009MúsicaEssa semana me peguei ouvindo covers de bandas que eu gosto feitos por bandas que eu também gosto. Foi eu entrar no MySpace do louvável Elk City para descobrir que eles tinham realizado uma versão maravilhosa de Close To Me do The Cure. Lembrei do site Stereogum e fui direto para lá para relembrar as coletâneas em tributo ao Radiohead, R.E.M. e Björk.
Entre os artistas que participaram dessas edições estão Liars (Army Of Me), My Brightest Diamond (Lucky), Devics (Catch), Shout Out Louds (Man On The Moon), Amanda Palmer (Everybody Hurts), Vampire Weekend (Exit Music For A Film) e muitos, muitos outros nem tão conhecidos assim. Confira um dos playlists abaixo (tentei colocar os outros, mas sem sucesso; para ouvir, clique nos links acima) e divirta-se! Nada como repaginar sua vida de vez em quando.
você deve visualizar o playlist Drive XV da stereogum.com aqui se possuir flash
P.S.: Tem outro tributo em homenagem ao The Cure, esse pela Manimal Vynil Records, que também possui uma coletânea de versões da Madonna… esse eu ainda não ouvi, será que é bom?
Tags: björk, coletânea, cover, covers, madonna, manimal vynil records, radiohead, rem, stereogum, the cure, tributo -
01/06/2009MúsicaJá ouvi vários covers estranhos, uns bem engraçados outros bem inacessíveis, mas esse aqui me pegou de surpresa. Estava assistindo alguns videoclipes ao vivo do Portishead no YouTube quando dou de cara com esse aqui ó:
Simples e interessante, não?
Tags: cover, portishead, radiohead, the rip, thom yorke -
Flunk
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27/05/2009Música
Para quem olha a foto pode pensar -- ainda mais quando já se sabe qual são as preferências de quem escreve -- que a banda é da Suécia. Quase lá: Noruega. Não lembro exatamente como e quando Flunk veio até mim. Talvez alguma relação de estilos musicais tenha encurtado o caminho.
A banda começou no começo de 2000, quando o quarteto se juntava em sessions -- sem compromisso e com muita diversão -, cujas músicas não passavam de projetos instrumentais com samples e vocais soltos. Eles conseguiram assinar contrato com uma gravadora local e logo se destacaram com o cover do New Order, Blue Monday. Não foi o único cover que eles fizeram, mas foi o que deu um empurrãozinho na carreira da banda: a música foi usada, para variar, em várias coletâneas, seriados e filmes.
O álbum de estréia, “For Sleepyheads Only” (2002), tem exatamente esse propósito: levar o ouvinte para uma galáxia bem distante e isolá-lo de qualquer perturbação que se faça ameaça. O repertório possui elementos do downtempo, batidas dispersas -- posso fazer referência ao dubstep? -, muitos samples e versos jogados porém angelicais, graças à voz infantil de Anja, na época incerta quanto ao seu futuro de vocalista e líder do Flunk. É claro que os efeitos eletrônicos são apenas a base para construir a sonoridade sonhadora dos noruegueses: guitarra, violão, bateria e baixo são essenciais e transparentes desde o primeiro trabalho.
O segundo disco, “Morning Star” (2004), agora com todos seus integrantes já firmados, traz um Flunk mais alegre e com alguns dedinhos no pop. Faixas como Morning Star, On My Balcony e Play (essa foi usada na trilha da extinta série The O.C.) provam a docilidade celestial de Anja. O violão tem mais peso na maioria das melodias, entretanto resquícios lo-fi podem ser encontrados, como em Six-Seven Times e Probably (minhas prediletas, aliás). Durante uma mini-turnê nos Estados Unidos, nasceu o cover -- bem melhor do que a original, que me desculpem os fãs -- de See You, do Depeche Mode, que mais tarde faria parte do terceiro trabalho da banda.
“Personal Stereo” (2007) é o melhor de todos, na minha opinião, a começar pela faixa-título: The One I Love, do R.E.M., serviu de inspiração para compor a letra. Aqui eles atingiram sua maturidade musical, como se tivessem encontrado sua identidade e o equilíbrio entre os samples, os beats e o a bateria, sem alterar obviamente a voz de menina de Anja. Desde as faixas mais fáceis de escutar, como Heavenly e Two Icicles (Change My Ways parece uma versão acústica), até as mais difíceis (demorei para me acostumar com as batidas severas de Keep On e os acordes arranhados de guitarra de If We Kiss). O mais legal de tudo foi Flunk ter liberado algumas faixas no site oficial para um concurso de remixes. Os ganhadores tiveram seu mérito reconhecido em uma compilação entitulada “Democracy”, lançada no mesmo ano.
Pausa blasé: eles colocaram meus dois remixes nessa coletânea; clique aqui e faça o download gratuito de todas as versões ganhadoras -- mas primeiro, as minhas: If We Kiss (Zee’s Chillin’ Remix) e Diet Of Water And Love (Zee’s Remix).
O ano de 2008, mesmo com alguns projetos solo de Anja em paralelo, Flunk se reuniu para produzir “This Is What You Get”, lançado agora em maio desse ano. O álbum ainda é um experimento para meus ouvidos. Tem um pouco de cada época do quarteto: o downtempo escondido no interlúdio de Dying To See You, o dubstep se esquivando em Stain e Cardboard Rebel, o pop meloso em Cigarrette Burns, a bateria e a guitarra a todo vapor em Ride, os poucos versos espalhados ecoando em Speedskating, as batidas pesadas e estrondosas em Shoreline, o violão simples e acústico em Down e, só para não desacostumar, mais um cover -- o mais inusitado e diferente de todos -- para finalizar o repertório: Karma Police, do Radiohead. Ouça o álbum na íntegra na página do Last.fm.
Bônus: faça o download de Silent Night, gravado -- claro! -- no Natal do ano passado. Você também pode ouvir por inteiro o primeiro disco do Flunk lá no Last.fm.
Blue Monday (New Order cover)
Six-Seven Times
On My Balcony
Tags: anja, cover, democracy, downtempo, dubstep, flunk, for sleepyheads only, morning star, new order, noruega, personal stereo, pop, radiohead, remix, this is what you get
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24/03/2009MúsicaO show do Radiohead era muito esperado por todos. Eu não esperava tanto assim. Não sou fã a ponto de ficar lá na frente só para ver mais de perto a feiúra de Thom Yorke, vocalista e líder da banda.
Bom, antes de tudo, vamos falar de Kraftwerk. Assim que os insuportáveis Los Hermanos saíram, logo a molecada vazou feito água pelo ralo e a turma mais adulta (para não dizer mais velha) se apoderou vagarosamente do lugar. A empolgação já se percebia pelos gritos da multidão que acompanhava o passo-a-passo da preparação do palco para o grupo alemão entrar em cena. A videografia que seguia de acordo com o ritmo das músicas realmente foi de encantar os olhos. Se alguém ainda não sabe, Kraftwerk é o grupo que inventou a música eletrônica, bem no comecinho da década de 70. Há de concordar que naquela época eles eram totalmente desprovidos de tecnologia – o que fazia deles uma grande novidade, e com razão -, porém o impacto da simplicidade mesmo assim não esmaeceu para quem os viu ao vivo. O repertório ficou com as mais conhecidas, tanto que eu pulava feito um boneco de posto de gasolina com Tour De France, Das Model e Musique Non Stop. Os vovôs da música eletrônica não pecaram em nada em sua uma hora de apresentação e com certeza não decepcionaram seu público.
E chega a hora de entrar Radiohead. Quando as barras metálicas que enfeitavam as laterais do palco se moveram para o centro, o público logo foi se amontoando onde podia para tentar ficar o mais próximo possível (eu que não tenho mais idade e paciência para muvucas, fiz questão de ficar em um lugar mais arejado e menos claustrofóbico). Quem esperava um show dos hits deve ter se decepcionado muito ou, no mínimo, em parte. Mesmo sendo a primeira visita da banda ao Brasil, o setlist não foi alterado em quase nada. A turnê para divulgar o último álbum “In Rainbows” (2007) seguiu à risca como em outros países: eles tocaram praticamente todas as faixas, abrindo exceção para uma ou duas músicas de cada um dos discos anteriores. Das que eu lembro de ter escutado – fazia dois anos que eu não encostava nesse disco -, fiquei satisfeito em pelo menos ter lembrado o título das músicas: 15 Step (faixa de abertura do show), All I Need, Reckoner (não sei o que aconteceu, mas Thom perdeu força e sua voz foi completamente abafada pelos instrumentos, motivo pelo qual deixou muito a desejar), Bodysnatchers e a maravilhosa Videotape (lembrei na hora do Max Reinert, cuja canção inspirou um post seu).
Foram elas, aliás, que eu mais apreciei de ter ouvido: a sequência de batidas fortes que introduz There, There me hipnotizou; a guitarra pesada de The National Anthem me tirou do chão; Idioteque me fez balançar os esqueletos com a sequência eletrônica que a banda se deu o luxo de prolongar por mais alguns segundos; o solo de poucos acordes de Talk Show Host ficou tão perfeita quando a original; Exit Music (For A Film), apesar de ser quase uma acapella, conseguiu arrancar coro da platéia nos versos finais, assim como em Paranoid Android (essa já no primeiro bis); Everything In Its Right Place ganhou vida na minha voz (desafinado e quase rouco, mas continuei confiante ao tentar acompanhar o timbre de Thom… rs!); Lucky só não levantou tanto o público pois veio logo depois de Fake Plastic Trees, a música mais famosa do grupo inglês; Karma Police, outro single conhecido, deu a impressão de ter sido tocada forçosamente, como se fosse uma obrigação. Preciso citar que eles cantaram Creep? (com direito aos palavrões da versão proibida… rs!)
Outras músicas, entretanto, destoaram completamente do repertório: Optmistic, Pyramid Song, The Gloaming e You And Whose Army? poderiam ser perfeitamente substituídas por outros tantos hits da banda – por que eles não tocaram Street Spirit (Fade Out), como fizeram no México? Ou, ainda, por que não tocaram Stop Whispering, um dos primeiros sucessos? Nenhum show é perfeito, mas para quem é fã nunca há defeitos. Não foi o melhor show do ano só por causa do Radiohead, como andaram falando por aí. Na minha opinião, Kraftwerk foi o que contribuiu para que o ingresso valesse cada centavo.
Tags: 15 step, all i need, bodysnatchers, das model, everything in its right place, exit music for a film, fake plastic trees, idioteque, in rainbows, just a fest, kraftwerk, lucky, música eletrônica, musique non stop, optmistic, paranoid android, pyramid song, radiohead, reckoner, rock, são paulo, talk show host, the gloaming, the national anthem, tour de france, videotape, you and whose army -
23/03/2009MúsicaSó é parte 1 porque só vou conseguir escrever com mais calma à noite. Resumo:
Los Hermanos: uma diarréia de tão ruim que a banda é. Dispensável e desnecessário.
Kraftwerk: mesmo com quase quarenta anos nas costas, os vovôs mandaram muito bem, tanto na música como na videografia.
Radiohead: foi legal, mas ainda acho que podia ser bem melhor. Primeira vez no Brasil e pareceu que “In Rainbows” é o único disco mais famoso – e mais adorado – da banda por aqui.
Chácara Jockey Club: uma cerveja a R$ 5, sendo que lá fora eram duas por R$ 5. Estacionamento a R$ 35. Uma única saída para 30 mil pessoas. O lugar é tão grande quanto o do Arena Anhembi, então por que fazer tão longe? Parabéns pela falta de organização de sempre das organizadoras de evento.
Tags: chacara jockey club, kraftwerk, los hermanos, radiohead, são paulo, show, SP -
Reckoner
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20/03/2009MúsicaReckoner
Tags: in rainbows, radiohead, reckoner
You can’t take it with you
Dancing for your pleasure












































Falou e disse