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    27/05/2010Música

    Camera ObscuraFoto: @lethaargic

    Studio SP, perto da 1h da manhã, todos ansiosos pela entrada do Camera Obscura. Meia hora de atraso -- aceitável, visto que nenhuma banda é pontual - quando vejo Tracyanne entrando no palco sem olhar para ninguém (senti um ar de blasé, mas deve ser timidez mesmo).

    O grupo escocês tocou todas as músicas que eu e demais fãs (muito mais fãs do que eu, pode ter certeza) queríamos escutar. Não lembro a ordem, mas me recordo muito bem de terem aberto o show com My Maudlin Career, além das consagradas French Navy, The Sweetest Thing e Honey In The Sun, que levantou coro na plateia.

    Outras do mesmo disco, como Swans, James (tão lenta que dispersou a atenção de muitas pessoas) e Forest & Sands, fizeram parte do playlist, porém foram os singles antigos que arrancaram gritos e aplausos: Lloyd, I’m Ready To Be HeartbrokenIf Looks Could Kill e Eighties Fans ferveram os ânimos -- e até arrancou uns sorrisinhos de Tracyanne. No bis, os escoceses desenterraram Suspended From Class e Come Back Margaret, hits os quais só os mais aficcionados acompanhavam a letra de olhos fechados.

    Apesar de não ter ficado muito satisfeito com o som - os instrumentos pareciam abafar a vocalista -, Camera Obscura soube fazer um show perfeito para quem nunca imaginou vê-los ao vivo e tão de perto. Confira a seguir a performance de Lloyd, I’m Ready To Be Heartbroken:

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    26/05/2010Música

    Camera Obscura

    Todo mundo ficou eufórico quando descobriu que o Camera Obscura iria fazer um show em São Paulo -- estava lá no MySpace. Todo mundo correu pra saber, mas o Clash Club não confirmou nada. Para desespero dos fãs, o grupo escocês deu um jeito (aliás, o organizador deles) e conseguiu encaixar no Studio SP.

    Mas o desespero continuou: os ingressos foram vendidos em (provavelmente) duas horas. Casa pequena, não dá para acomodar tantas pessoas. A banda, preocupada -- e espantada com o número de fãs aqui no Brasil -, resolveu fazer show extra, um dia antes da primeira apresentação.

    E é hoje. E eu vou. E quando der 00h01, todo mundo pode me dar os parabéns. Veja a seguir o vídeo do segundo single The Sweetest Thing, extraído do último disco deles, “My Maudlin Career”:

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    05/05/2010Música

    Cibelle

    Cibelle é uma cantora paulistana erradicada em Londres (citei seu nome rapidamente quando falei do Hollywood, Mon Amour) que, mesmo estando longe da terra natal, fez questão de honrar um pouco a musicalidade brasileira em seus três discos: interpretou Caetano -- um deles na companhia do Devendra Banhart, também ídolo de Veloso -, cantou Tom Waits, misturou português com francês e espanhol e, de quebra, fez versões um pouco mais modernas da bossa nova com barulhos eletrônicos (e o samba, claro, também entrou na roda).

    No seu último disco, “La Vênus Resort Palace Hotel”, lançado esse ano, Cibelle incorpora a personagem Sonja Khalecallon, anfitriã do hotel que dá título ao repertório cujas influências, além das já citadas acima, vão do country presente em trilhas sonoras de velho-oeste a covers um tanto estranhos de se ouvir: ritmo latino para um dos temas do 007 e embalo acústico para uma canção infantil dos Muppets. De música popular brasileira, restaram duas composições: Escute Bem e Sapato Azul, apesar de caminharem completamente às avessas do meu gosto musical (os leitores desse blog devem saber da minha falta de patriotismo quando o assunto é música), preencheram o playlist das minhas últimas semanas. Confira a seguir o vídeo de Man From Mars, primeiro single desse álbum:

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    30/04/2010Música

    Nouvelle Vague

    Em plena quinta-feira, já com clima de balada, o Clash Club foi enchendo aos poucos. Músicas aleatórias (de Zero 7 a Animal Collective) aqueciam os que chegavam e, gradualmente, iam se amontoando na frente do palco à espera de Nouvelle Vague, banda liderada pelo francês Marc Collin.

    Sabia que minhas garotas favoritas, Phoebe Killdeer e Mélanie Pain, não estariam presentes nessa turnê -- o que dizer então de Marina Celeste e Camille? -, entretanto, a dupla intinerante dessa vez não decepcionou nem um pouco. O charme que deslizava no palco da brasileira Karina Zeviani (ela canta uma das músicas do “3″, último álbum do grupo) e da belga Helena Noguerra me encantou do início ao fim, me fazendo cantar, dançar e quase pular.

    A comunicação da banda com o público se revezava entre o francês de Helena e o inglês de Karina (que no restante do show se rendeu ao português), além de, claro, causar delírios aos homens que não se aguentavam ao ver a dupla feminina interagindo sensualmente no palco, conforme o ritmo das músicas.

    Não vou lembrar a ordem das músicas, porém lembro perfeitamente dos momentos de exaltação que passei ao ouvir Master And Servant, Too Drunk To Fuck e Dance With Me, momentos já esperados com Blue Monday, Love Will Tear Us Apart e Just Can’t Get Enough (como sempre cantados em coro por todos), momentos de doçura com Making Plans For Nigel, I Melt With YouEver Fallen In Love, momentos dançantes com Blister In The Sun e Fiday Night, Saturday Morning  e momentos hipnóticos (daqueles que eu fechava os olhos e esquecia o mundo à minha volta) com So Lonely -- na voz muito bem afinada de Valente -- e In A Manner Of Speaking, música que eu tanto queria ouvir e que encerrou o show com Helena e Olivier Libaux no violão.

    Update: a @lethaargic (dona da foto que ilustra essa resenha) postou o vídeo de In A Manner Of Speaking

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    06/04/2010Música

    Nouvelle Vague

    No primeiro show quase ninguém ficou sabendo, de tão mal divulgado que foi -- além de ter sido no teatro do SESC Vila Mariana, com poucos lugares e todos sentadinhos. Agora veio a boa notícia: Nouvelle Vague volta a se apresentar em São Paulo no dia 29 de abril. O ingresso já está comprado, com a companhia de uma renca de amigos. Uma pena não ter a participação da Phoebe Killdeer, agora substituída pela loira super charmosa da foto (que cantou nas apresentações do Hollywood, Mon Amour ano passado). Veja a seguir a versão que eles fizeram de Love Will Tear Us Apart:

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    01/02/2010Música

    The Cranberries em SPCrédito: G1

    Fã que é fã gosta de tudo e nunca coloca defeito em nada. Não sou desses fanáticos – pelo menos com essa banda -, então fiquei com um gostinho de “quero mais” pelas músicas que poderiam ter sido incluídas no setlist. The Cranberries tocaram um bom repertório, apesar de Dolores ter escolhido alguns singles de seus dois discos solo (o que, admito, não gostei nem um pouco). Mesmo assim, a energia carismática dela conquistou até os desavisados – provavelmente as pessoas pensaram que era alguma música do próprio grupo.

    O show foi feito especialmente para quem curtia a banda na década de 90: nenhuma música do último disco, lançado em 2000, foi tocado (não é o meu favorito, mas bem que podiam ter considerado Analyse). A música de abertura foi How, mas eu comecei a me empolgar só com a próxima, Animal Instinct. Linger, um dos grandes sucessos, me pareceu não ter animado tanto assim o público. Músicas que eu sequer imaginei que pudessem ser tocadas, como You And Me (do quarto álbum), Dreaming My Dreams, Empty e Daffodil Lament (do segundo) me surpreenderam por completo.

    O ápice para todos foi Zombie, claro, sendo que Ode To My Family já tinha levantado coro de todos; Dreams, que ficou para encerrar o show, também satisfez a alegria de quem queria ouvir as mais antigas. Como tinha certeza que a banda não descartaria esses hits, deixei para me emocionar com as que tanto queria escutar: Free To Decide e, principalmente, When You’re Gone (ambas do terceiro trabalho). Hollywood infelizmente ficou de fora, mas Empty, a primeira a ser tocada logo após a volta da banda ao palco, preencheu perfeitamente a lacuna. Nem preciso comentar que eu pulava descontroladamente ao som de Salvation.

    Dolores frequentemente agradecia seus fãs (algumas vezes em português, por que não?) e, mesmo longe dos palcos e da banda por longos sete anos, sua performance contagiante não denotou nenhuma indisposição, inclusive na afinação de sua voz. Isso também vale para os outros integrantes da banda que, mesmo ofuscados um pouco pela vocalista, foram peças importantes para o bom desempenho de todas as músicas. O’Riordan falou bastante, sempre datando as músicas e, de vez em quando, explicando o que a levou a compor aquela letra. Também ficou feliz com os presentes que recebeu dos brasileiros (o ursinho em cima da bateria provavelmente era um deles).

    Veja abaixo o setlist do show e clique no link para assistir os videoclipes (alguns são ao vivo):

    01. How
    02. Animal Instinct
    03. Linger
    04. Ordinary Day
    05. Wanted
    06. You And Me
    07. Dreaming My Dreams
    08. When You’re Gone
    09. Daffodil Lament
    10. I Can’t Be With You
    11. Ode To My Family
    12. Free To Decide
    13. Waltzing Back
    14. Switch Off The Moment
    15. Salvation
    16. Ridiculous Thoughts
    17. Zombie

    18. Empty
    19. Promisses
    20. The Journey
    21. Dreams

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    10/05/2009Música

    NoelLiamFotos: Flickr do Toadpunk

    Para falar a verdade, não estava muito animado com o show do Oasis. Não sei explicar também o porquê. Gostava mais deles nos primeiros álbuns, mas não que agora os últimos discos sejam ruins. O repertório do “Dig Out Your Soul” (2008) é tão bom quanto, mas eles não conseguem mais reaver todo o sucesso que tiveram no começo da carreira -- pelo menos nos dois trabalhos mais famosos “(What’s The Story) Morning Glory?” (1995) e “Be Here Now” (1997).

    O show começou pontualmente às dez horas e, novamente, a chuva não cedeu. O próprio Noel comentou: Everytime we come to São Paulo, it fucking rains (toda vez que a gente vem pra cá, chove). E por falar em comentários, os irmãos Gallagher estavam bem falantes dessa vez. Se nas aparições anteriores eles deram a impressão de mal-educados e mudos, dessa vez surpreenderam um pouco nesses dois quesitos. Claro que algumas implicâncias surgiram durante o show por causa de pessoas jogando coisas para o alto (não deu para entender muito bem o que o Noel falou, contudo “throwing things” e “fuckface” foram as palavras mais nítidas).

    Como nem tudo é perfeito, o som é que foi a falha da noite: no início, a bateria abafou o som dos outros instrumentos, principalmente os vocais. Até a equipe técnica acertar o equilíbrio, já era tarde demais.

    O grupo abriu com Fuckin’ In The Bushes, instrumental também de abertura de “Standing On The Shoulder Of Giants” (2000). Achei legal eles começarem a tocarem os singles mais antigos, como Rock ‘n’ Roll Star e Cigarettes & Alcohol, alternando com músicas mais recentes como The Shock Of The Lightning (uma das minhas preferidas do último lançamento) e Waiting For The Rapture. Songbird, single de “Heathen Chemistry” (2002), mesmo com a simplicidade dos violões, não decepcionou ao vivo: ficou muito mais animada do que a versão do estúdio. The Masterplan, faixa título da coletânea de lados-b de 1998, també não desapontou. The Importance Of Being Idle e Lyla, singles de “Don’t Believe The Truth” (2005), se destacaram também pela boa performance da banda, sendo que essa última arrancou coros de todo mundo durante o refrão.

    As faixas novas foram as que menos me empolgaram -- tanto que eu nem lembrava delas quando foram tocadas. Estava esperando por outras músicas que marcaram presença no final da minha adolescência: Stop Crying Your Heart Out, Little By Little, Acquiesce, Go Let It Out e All Around The World ficaram de fora do setlist dessa turnê. Live Forever, single de “Definitely Maybe” (1994) provavelmente foi o que mais decepcionou a maioria dos fãs, visto que os pedidos aos gritos não adiantaram em nada: também ficou de fora.

    Acho que o mais me irritou no show foram os singles eternizados: Wonderwall, Champagne Supernova e Don’t Look Back In Anger fizeram a alegria de todos, exceto eu. Pessoas em cima dos ombros dos amigos, isqueiros acesos… enfim, aquela emoção toda daqueles que pagaram duzentos reais só para ouvirem essas músicas. Deprimente, mas tenho que admitir que a seleção de músicas foi bem democrática. Mas bem que podia ser melhor. ;)

    Confira alguns vídeos do show de ontem:

    The Shock Of The Lightning

    Lyla

    Cigarettes & Alcohol

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    24/03/2009Música

    O show do Radiohead era muito esperado por todos. Eu não esperava tanto assim. Não sou fã a ponto de ficar lá na frente só para ver mais de perto a feiúra de Thom Yorke, vocalista e líder da banda.

    Kraftwerk em SP, 22.03.09
    Kraftwerk em SP, 22.03.09 Kraftwerk em SP, 22.03.09 Kraftwerk em SP, 22.03.09 Krafwerk em SP, 22.03.09 Kraftwerk em SP, 22.03.09 Kraftwerk em SP, 22.03.09

    Bom, antes de tudo, vamos falar de Kraftwerk. Assim que os insuportáveis Los Hermanos saíram, logo a molecada vazou feito água pelo ralo e a turma mais adulta (para não dizer mais velha) se apoderou vagarosamente do lugar. A empolgação já se percebia pelos gritos da multidão que acompanhava o passo-a-passo da preparação do palco para o grupo alemão entrar em cena. A videografia que seguia de acordo com o ritmo das músicas realmente foi de encantar os olhos. Se alguém ainda não sabe, Kraftwerk é o grupo que inventou a música eletrônica, bem no comecinho da década de 70. Há de concordar que naquela época eles eram totalmente desprovidos de tecnologia – o que fazia deles uma grande novidade, e com razão -, porém o impacto da simplicidade mesmo assim não esmaeceu para quem os viu ao vivo. O repertório ficou com as mais conhecidas, tanto que eu pulava feito um boneco de posto de gasolina com Tour De France, Das Model e Musique Non Stop. Os vovôs da música eletrônica não pecaram em nada em sua uma hora de apresentação e com certeza não decepcionaram seu público.

    E chega a hora de entrar Radiohead. Quando as barras metálicas que enfeitavam as laterais do palco se moveram para o centro, o público logo foi se amontoando onde podia para tentar ficar o mais próximo possível (eu que não tenho mais idade e paciência para muvucas, fiz questão de ficar em um lugar mais arejado e menos claustrofóbico). Quem esperava um show dos hits deve ter se decepcionado muito ou, no mínimo, em parte. Mesmo sendo a primeira visita da banda ao Brasil, o setlist não foi alterado em quase nada. A turnê para divulgar o último álbum “In Rainbows” (2007) seguiu à risca como em outros países: eles tocaram praticamente todas as faixas, abrindo exceção para uma ou duas músicas de cada um dos discos anteriores. Das que eu lembro de ter escutado – fazia dois anos que eu não encostava nesse disco -, fiquei satisfeito em pelo menos ter lembrado o título das músicas: 15 Step (faixa de abertura do show), All I Need, Reckoner (não sei o que aconteceu, mas Thom perdeu força e sua voz foi completamente abafada pelos instrumentos, motivo pelo qual deixou muito a desejar), Bodysnatchers e a maravilhosa Videotape (lembrei na hora do Max Reinert, cuja canção inspirou um post seu).

    Foram elas, aliás, que eu mais apreciei de ter ouvido: a sequência de batidas fortes que introduz There, There me hipnotizou; a guitarra pesada de The National Anthem me tirou do chão; Idioteque me fez balançar os esqueletos com a sequência eletrônica que a banda se deu o luxo de prolongar por mais alguns segundos; o solo de poucos acordes de Talk Show Host ficou tão perfeita quando a original; Exit Music (For A Film), apesar de ser quase uma acapella, conseguiu arrancar coro da platéia nos versos finais, assim como em Paranoid Android (essa já no primeiro bis); Everything In Its Right Place ganhou vida na minha voz (desafinado e quase rouco, mas continuei confiante ao tentar acompanhar o timbre de Thom… rs!); Lucky só não levantou tanto o público pois veio logo depois de Fake Plastic Trees, a música mais famosa do grupo inglês; Karma Police, outro single conhecido, deu a impressão de ter sido tocada forçosamente, como se fosse uma obrigação. Preciso citar que eles cantaram Creep? (com direito aos palavrões da versão proibida… rs!)

    Outras músicas, entretanto, destoaram completamente do repertório: Optmistic, Pyramid Song, The Gloaming e You And Whose Army? poderiam ser perfeitamente substituídas por outros tantos hits da banda – por que eles não tocaram Street Spirit (Fade Out), como fizeram no México? Ou, ainda, por que não tocaram Stop Whispering, um dos primeiros sucessos? Nenhum show é perfeito, mas para quem é fã nunca há defeitos. Não foi o melhor show do ano só por causa do Radiohead, como andaram falando por aí. Na minha opinião, Kraftwerk foi o que contribuiu para que o ingresso valesse cada centavo.

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    23/03/2009Música

    Só é parte 1 porque só vou conseguir escrever com mais calma à noite.  Resumo:

    Los Hermanos: uma diarréia de tão ruim que a banda é. Dispensável e desnecessário.

    Kraftwerk: mesmo com quase quarenta anos nas costas, os vovôs mandaram muito bem, tanto na música como na videografia.

    Radiohead: foi legal, mas ainda acho que podia ser bem melhor. Primeira vez no Brasil e pareceu que “In Rainbows” é o único disco mais famoso – e mais adorado – da banda por aqui.

    Chácara Jockey Club: uma cerveja a R$ 5, sendo que lá fora eram duas por R$ 5. Estacionamento a R$ 35. Uma única saída para 30 mil pessoas. O lugar é tão grande quanto o do Arena Anhembi, então por que fazer tão longe? Parabéns pela falta de organização de sempre das organizadoras de evento.

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    04/03/2009Música

    Mick Hucknall

    É hoje o segundo show do Simply Red aqui em São Paulo, mais especificamente no longíquo-e-completamente-fora-de-mão Credicard Hall. Já aviso de antemão que não garanto um post decente até amanhã. Pelo jeito não vai ter muita novidade, mesmo porque é uma turnê de greatest hits, mas vou tentar ser o mais detalhista possível. Claro que não vou chegar ao ponto de colocar o setlist inteiro e descrever como foi a perfomance do ruivo descabelado música por música – não sou tão fã assim como no show do R.E.M. (cujo post foi publicado no Nossa Via; aguardem até eu conseguir meu backup e poder postar tudo por aqui).

    E, claro, para não perder o costume, vou de camarote porque não tenho mais idade para ficar de pé na pista. É pedir para a veia safena da minha perna direita explodir (não, não são varizes, é veia dilatada mesmo). :P

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