Zé Offline
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01/04/2010Podcast
Terceira e última edição que conta com covers femininos cujas versões originais são cantadas por homens. O repertório está o mais pop entre todos e, mais uma vez, coloquei bônus no final do playlist para fugir um pouco à regra. Semana que vem tem outro podcast, porém com inserções sonoras até então inéditas.
MP3 | 192 Kpbs | 73.5 Mb | 53’33″ | download
01. Matthew Herbert feat. Dani Siciliano: Everybody Here Wants You (Jeff Buckley)
02. Mia Doi Todd: Norwergian Wood (The Beatles)
03. Róisín Murphy: Slave To Love (Brian Ferry)
04. Flunk: See You (Depeche Mode)
05. Sia: Paranoid Android (Radiohead)
06. Taken By Trees: Sweet Child O’ Mine (Guns’N ‘Roses)
07. Skye: Feel Good Inc. (Gorillaz)
08. The Cardigans: Das Model (Kraftwerk)
09. Imogen Heap: Thriller (Michael Jackson)
10. Bat For Lashes: Use Somebody (Kings Of Leon)
11. A Camp: Us And Them (Pink Floyd)
12. Ingrid Michaelson: Can’t Help Falling In Love (Elvis Presley)Bônus:
13. Ben Lee: Kids (MGMT)
Tags: a camp, bat for lashes, brian ferry, cantoras, cover, covers, dani siciliano, depece mode, elvis presley, flunk, gorillaz, guns n roses, imogen heap, ingrid michaelson, jeff buckley, kings of leon, kraftwerk, matthew herbert, mia doi todd, michael jackson, Música, pink floyd, radiohead, roisin murphy, sia, skye, taken by trees, the beatles, the cardigans -
24/04/2009MúsicaAchou que era só aquilo? Tem mais para ouvir e conhecer.
Anna Ternheim – Strangers In The Night (Frank Sinatra)
Tags: anna ternheim, bernadette seacrest, cover, flunk, kate nash, mia doi todd, sarah blasko, skye, susanna and the magical orchestra, the cardigans
The Cardigans – Das Model (Kraftwerk)
Susanna And The Magical Orchestra – Enjoy The Silence (Depeche Mode)
Bernadette Seacrest – Fever (Little Willie John)
Skye – Feel Good Inc. (Gorillaz)
Kate Nash – Fluorescent Adolescent (Arctic Monkeys)
Flunk – True Faith (New Order)
Mia Doi Todd – Norwegian Wood (The Beatles) -
16/10/2008Música
Quando ouvi todo o tracklist de músicas que fizeram sucesso nos anos 80, todas com uma roupagem completamente diferente, algo me atinou na hora: é quase uma cópia do Nouvelle Vague. Não por acaso: Hollywood, Mon Amour é o novo projeto de Marc Collin, um dos fundadores do Nouvelle Vague; também não é de se estranhar que a gravadora que assina o trabalho é a The Perfect Kiss, que já lançou outros membros do mesmo Nouvelle Vague (Marina Celeste e Phoebe Killdeer).Confesso que me interessei só pelas músicas cantadas pela Skye (Call Me e A View To Kill) e, acredite se quiser, a paulistana erradicada em Londres Cibelle (Footloose). Tem também uma cantada pela Juliette Lewis – isso mesmo, aquela que se fantasiou de índia [sic]. Ela não é minha cantora preferida e tampouco conheço a versão original de This Is Not America (eu não sou fã de David Bowie, pode me xingar), mas a versão dela é a minha preferida de todas. Há também covers que ficaram muito bons, como a breguíssima Arthur’s Theme (Best That You Can Do), a calorosa Flashdance… What A Feeling, que aqui ficou bem mais calminha, e Together In Electric Dreams.
Depois de tanto ouvir as novas versões e as versões originais, cheguei a conclusão de que a década de 80 foi a mais brega que eu vivi. Ainda bem que eu era criança e não tinha noção do que era ser ridículo.
Tags: 80s movies reinvented, a view to kill, anos 80, arthurs theme, bossa nova, call me, cibelle, flashdance, footloose, hollywood mon amour, juliette lewis, nouvelle vague, skye, this is not america, together in electric dreams, what a feeling -
30/07/2008MúsicaOuvi o trabalho solo da Andrea Palmer essa semana. Álbum de estréia que, por incrível que pareça não foi coincidência, me lembrou muito o Dresden Dolls. Andrea Palmer é a vocalista do Dresden Dolls, por isso que lembrou tanto (duh!). Não posso estipular uma regra de que todo artista que deixa a banda por um momento – ou até para sempre, dependendo de alguns casos – faz um trabalho solo diferente. Vejo isso pelo Thom Yorke, que para muitos foi considerado o “Kid B” do Radiohead – também sou da mesma opinião.
Outros, por exemplo, preferem seguir caminhos totalmente distintos. Veja os integrantes do Cardigans: Magnus criou o Righteous Boy, Peter criou o Paus e Nina criou o A Camp. Esse último foi o que mais impressionou, pois percebi um processo inverso: o projeto solo de Persson influenciou a banda inteira (ouça os dois últimos álbums deles e você vai perceber a diferença). Por falar na sueca loirinha-morena, ela está fazendo um suspense desnecessário e insuportável para seus fãs. Reza a lenda que o segundo álbum solo vai sair esse ano – quem quiser saber o que ela andou aprontando ao vivo, vai no YouTube (estou no escritório, não tenho como acessar os vídeos).
Quem também está prestes a lançar um trabalho solo é a minha diva ruiva e escocesa Shirley Manson. Pelo que eu soube, ela teve alguns probleminhas para se acertar com alguma gravadora que aceitasse o lançamento de seu primeiro disco. Se ela conseguiu entrar em um acordo, não sei. Se alguém souber de alguma novidade, por favor volte e aqui e deixe um comentário – vou agradecer imensamente.
Para finalizar, aqui ficam registradas outras meninas que seguiram seu caminho sozinhas e deram certo, apesar de terem deixado um trabalho muito bom para trás – e que a maioria não têm mais retorno, por mais que tenhamos um fio de cabelo de esperança: Lou Rhodes (ex-Lamb), Maria Taylor (ex-Azure Ray), Nicola Hitchcock (ex-Mandalay), Hope Sandoval (ex-Mazzy Star), Roisin Murphy (ex-Moloko), Skye (ex-Morcheeba) e… Tracey Thorn (será que o Everything But The Girl acabou mesmo?).
Tags: a camp, andrea palmer, azure ray, cardigans, dresden dolls, everything but the girl, hope sandoval, lamb, lou rhodes, magnus, mandalay, maria taylor, mazzy star, moloko, morcheeba, nicola hitchcock, nina persson, paus, peter, radiohead, righteous boy, roisin murphy, skye, thom yorke, tracey thorn -
11/07/2008Música
Já devo ter falado que eu não me suporto – e não me perdôo – quando fico sabendo que alguém que eu gosto muito lançou algo, mesmo que solo, bem depois do próprio lançamento. Enfim, isso aconteceu com o Steve Smith, líder do (extinto?) Dirty Vegas. Já no segundo álbum deles, “One”, senti um toque bem menos eletrônico em relação ao primeiro disco. Talvez fosse um prenúncio para o “This Town”, que está bem mais rock – para não dizer country, a exemplo de Smile e Morning Jane -, mais cantado e, claro, mais pop. Não gosto muito de descrever como pop, mas quando as músicas não ficam tão atraentes e tão boas se comparadas com os trabalhos anteriores, já rotulo as três letrinhas em cima. Uma pena, mas não faço pouco caso; faço questão de escutar, prestar atenção nas letras (quando dá para entender, claro) e, se minha bondade estiver em um nível alto, dar chance para o botão do repeat. Volta para o Dirty Vegas, Smith!Resolvi ceder à minha resistência e finalmente ouvir os álbuns da Martina Topley-Bird. Por que resistência? Porque ela já cantou com o bizarro, medonho e assustador Tricky e porque ela aparece em um videoclipe dele em uma banheira (se tiver coragem, assita ao vídeo). Ainda bem que a má impressão ficou só no visual e não na voz dela, assim como no estilo musical. Seus dois discos, principalmente o segundo, têm canções a la Morcheeba (na época da Skye; não confundam com a nova formação), bem tranquilas de se ouvir. E o melhor: ela não chamou o Tricky para cantar com ela em nenhuma de suas faixas. (fala que essa foto está quase a Corinne Rae-Bailey)
Tags: dirty vegas, martina topley-bird, morcheeba, skye, steve smith, tricky -






































Falou e disse