Zé Offline
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16/07/2010MúsicaAmanhã estou de partida para Paris a trabalho, mas só por uma semana. Enquanto isso, o blog vai ficar um pouco abandonado -- mas por uma boa causa, très bien. Aproveitem para conhecer algumas seleções francesas de meu gosto:
Cassius: The Sound Of Violence
Rinôçérôse: Music Kills Me
Air: Surfin’ On A Rocket
Julie Delpy: A Waltz For A Night
Nouvelle Vague: Don’t Go
Update: como eu pude esquecer deles?
Télépopmusik: Breathe
Tags: air, cassius, França, julie delpy, nouvelle vague, paris, rinocerose, telepopmusik
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15/04/2010MúsicaLet’s run away
Tags: 2square, Angela McCluskey, handle with grace, telepopmusik, you could start a fight in an empty house
For a thousand miles
All I ask
Is handle with grace
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11/03/2010PodcastSó para não deixar o blog abandonado enquanto dou um jeito na minha mudança. Falando em mudança, encontrei uns CDs perdidos por aqui e bateu aquela nostalgia. Resolvi então fazer uma coletânea de música eletrônica com as minhas preferidas. Alguns artistas já foram comentados no blog, mas vale a pena ler de novo, não é? Divirta-se.
MP3 | 192 Kpbs | 75.0 Mb | 54’37″ | download
01. A Guy Called Gerald: Humanity (feat. Lou Rhodes)
02. Bent: I Can’t Believe It’s Over (2nd Version) (feat. Sian Evans from Kosheen)
03. Télépopmusik: Love’s Almighty (feat. Angela McCluskey)
04. Air: Vagabond (feat. Beck)
05. Funkstörung: Sleeping Beauty (feat. Lou Rhodes)
06. Olive: Smile
07. Chungking: Ticking
08. Afterlife: Speck Of Gold
09. Morcheeba: Trigger Hippie
10. Blue States: Allies
11. Bonobo: Between The Lines (feat. Bajka)
12. Mandalay: Not SeventeenP.S.: Peço desculpas, pois a última música saiu com um chiado bem incômodo. Falha técnica que não se repetirá nas próximas vezes.
Tags: a guy called gerald, afterlife, air, Angela McCluskey, bajka, beck, bent, blue states, chungking, funkstorung, kosheen, lamb, lou rhodes, mandalay, morcheeba, nicola hitchcock, olive, sian evans, telepopmusik
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26/01/2010Música
Assim que soube do segundo disco de minha querida Angela McCluskey, “You Could Start A Fight In An Empty House”, fiquei estarrecido e desesperado atrás dele. Sabia que não teriam muitas novidades musicais, visto que há muito tempo ela disponibilizava versões demos (inclusive algumas que não foram lançadas até hoje) em seu MySpace.
Esse trabalho de Angela na verdade é uma coletânea de canções as quais ela sempre quis compor e produzir com seus amigos e músicos favoritos. Ela também não se dá muito o trabalho de explicar o título do álbum:
l decided I wanted to capture a moment in time with some of my favorite musicians that would encapsulate the feeling of being at a show from beginning to end. I also fancied starting a fight in an empty house. So, I did.
De todas as treze músicas, somente duas eu não conhecia (provavelmente a única que ela não deixou online). A fusão de alguns estilos eletrônicos se deve exclusivamente aos pares que Angela fez para algumas faixas, como por exemplo Message e Westside Waltz, ambas produzidas por Duke B. Handle With Grace, desde a primeira vez que ouvi, sabia que tinha dedo de um dos membros do Télépopmusik (quem assinou essa colaboração foi Stephan Haeri), pois a melodia e os arranjos parecem de um dos discos do trio francês. End Of My Rope, quem diria, teve a participação de Bardi Johannsson (Bang Gang e Lady & Bird); Angela simplesmente resolveu pegar um vôo para a Islândia e se encontrar com ele. A faixa que talvez tenha mais notoriedade seja When I Was Running Out Of Time, cujo amigo da vez (e da voz também) é Joseph Arthur. O que dizer então de Truth Is – uma das mais belas do repertório -, música escrita às três da manhã, fruto de uma noite sem sono ao lado de Scott McCloud.
Outras, no entanto, não são inéditas, como é o caso de Day Ditty, escrita por Craig Wedren do Shudder To Think para a trilha sonora de um filme. Friend também deve ter entrado como homenagem, pois é de quando Angela fazia parte do Wild Colonials, sua primeira banda na década de 80.
Cada faixa traz a identidade dos amigos de Angela e o clima com que elas foram pensadas, escritas e produzidas. Foram momentos diferentes, ocasiões que ofereceram a oportunidade de se encontrarem e, por acaso, encerrarem esse encontro com notas rabiscadas em um papel. Pode ter demorado um bocado para ela lançar algo novo, mas valeu a pena esperar cinco anos.
Tags: Angela McCluskey, bang gang, bardi johannsson, craig wedren, duke b, joseph arthur, lady & bird, scott mccloud, shudder to think, stephan haeri, telepopmusik, wild colonials, you could start a fight in an empty house
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27/04/2009Música
Tags: angel milk, Angela McCluskey, breathe, chillout, deborah anderson, don't look back, genetic world, ghost girl, kim wayman, lounge, telepopmusik
Descobri essa semana que o trio Télépopmusik – nem só de Daft Punk vive a música eletrônica francesa – irá lançar em setembro desse ano seu terceiro álbum, ainda sem título. O primeiro single, Ghost Girl, já pode ser conferido lá no MySpace deles, com a participação de uma novo vocal feminino: Kim Wayman (ela parece a Angelina Jolie… rs!). Nos discos anteriores, “Genetic World” (2001) e “Angel Milk” (2005), a presença de Angela McCluskey na maioria das canções foi indispensável para o sucesso dos três garotos: Breathe e Don’t Look Back (confira todos os vídeos no próprio perfil deles) foram os singles que se destacaram nas principais coletâneas de chillout existentes mundo afora. -
17/02/2009Música
Flickr de Dan McPharlin: MiniaturesTenho a leve impressão de que os recentes artistas da música eletrônica – quando digo recente, quero dizer de 2000 até hoje – estão transformando seus trabalhos em verdadeiros e pobres clichês. Não sei bem por onde começar, quem sabe pelo electro. Lembro perfeitamente bem de como adorava – ainda gosto, aliás – escutar os primeiros álbuns ecléticos do Chicks On Speed ou do Ladytron e curtir o clima retrô do Felix Da Housecat. Alguém me indica uma boa banda de electro sem ser ou que tenha qualquer semelhança com o Hot Chip? (eles são deploráveis)
De uns anos para cá, tenho seguido artistas que conseguem criar sem esforços a própria identidade musical, tais como Air, Bent, Télépopmusik, Röyksopp, Bonobo e até Matthew Herbert (esse último puxa mais para o jazz, mas entra na roda). Outros mais descolados da cena alternativa, como The Avalanches, DJ Shadow e Wax Tailor, também conseguiram erguer seu mérito com a brincadeira incansável de construir músicas à base de samples de filmes. Produtores cuja discografia não sigo com tanta fidelidade, como Nightmares On Wax, Soulwax e The Herbaliser, se destacam pelas suas ótimas influências do funk e do soul – apesar de curtirem bastante um hip-hop.
Artistas mais antigos e mais conhecidos, como The Chemical Brothers, Basement Jaxx, Groove Armada, Fatboy Slim e Daft Punk, a cada ano escorregam feio na falta de criatividade. Alguns tentam causar polêmica com videoclipes que só servem para deixar a música em segundo plano (já que ela sozinha não faz a menor diferença). Adivinha de quem estou falando? Do Justice, claro.
Posso estar muito exigente – será que a idade faz isso conosco, nos deixando mais rabugentos e menos abertos a novidades? -, posso não querer dar oportunidade para bandas relativamente novas como Cut Copy, Empire Of The Sun (que capa é essa, minha gente?), Simian Mobile Disco, MSTRKRFT (Masterkraft, para quem como eu não decifrou as siglas), Miami Horror (a inspiração setentista me assustou um pouco), Hercules And Love Affair (é com o Antony, por acaso?), e tantas outras que aparecem do nada… mas sempre que penso na possibilidade de experimentar um novo som, esbarro naquele obstáculo lá do começo: verdadeiros e pobres clichês. Acho que eles estão precisando ter umas boas aulas com os vovôs do Kraftwerk. Isso sim é música eletrônica autêntica.
E esse tal de MGMT? O que eles tocam de bom, hein? (brincadeirinha, é só para irritar os fãs… rs!)
Tags: air, basement jaxx, bent, bonobo, chicks on speed, cut copy, daft punk, dj shadow, electro, empire of the sun, fatboy slim, felix da housecat, groove armada, hercules and love affair, hot chip, justice, ladytron, mami horror, matthew herbert, mgmt, mstrkrft, música eletrônica, nightmares on wax, royksopp, simian mobile disco, soulwax, telepopmusik, the avalanches, the chemical brothers, the herbaliser, wax tailor -






































Falou e disse