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Música. Cinema. Livros. Whatever.
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    24/05/2010Whatever

    PauseFlickr de love|hate

    Não se preocupem, não é uma pausa longa, cansativa e agonizante. Falta de assunto não tem, pelo contrário, estou com várias bandas na fila à espera de um post por aqui. Livros também estão em situação similar -- diria que um pouco pior, porque eles exigem mais trabalho na produção do texto e amarração das minhas ideias.

    O problema é a inspiração mesmo. Passa a semana, chega sábado e domingo e ela não me faz companhia quando sento na frente do computador. Não adianta: quando não estou com vontade, tenho certeza de que não vai sair do jeito que eu quero. Gosto de manter a rotina de postagens, mas se não tem qualidade, prezo pela escassez -- mesmo que temporária.

    Contudo, aceito sugestões musicais. Sempre é bom saber que meus leitores prezam pela sobrevivência desse querido blog. Confira a seguir o vídeo do projeto solo de Peter Svensson, guitarrista dos Cardigans, chamado Paus (a tradução faz just a esse post):

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    09/04/2010Podcast

    Dessa vez resolvi criar coragem e colocar a voz no ar. Minha amiga @samegui já tinha dado a ideia, mas fiquei meio receoso, tanto que o podcast só saiu do forno depois de três edições (se bem que o arquivo já está pronto há um mês). Até que gostei do resultado, mesmo depois de ter re-editado a gravação – graças à ajuda do @barbaaa eu descobri como criar faixas em estéreo.

    MP3 | 192 Kpbs | 69.9 Mb | 50’56″ | download

    Bloco 1
    Everything But The Girl: Rollercoaster (King Britt Scuba Mix)
    Garbage: The World Is Not Enough (U.N.K.L.E. Remix)
    The Cardigans: Hanging Around (Nåid Remix)

    Bloco 2
    Massive Attack: Paradise Circus (Gui Boratto Remix)
    Florence + The Machine: You’ve Got The Love (The XX Remix)
    Depeche Mode: Halo (Goldfrapp Remix)

    Bloco 3
    Waldeck: Make My Day (Parov Stelar Remix)
    Moloko: Forever More (Herbert Someone Mix)
    Flunk: Diet Of Water And Love (Zee’s Remix)

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    01/04/2010Podcast

    Podcast #3

    Terceira e última edição que conta com covers femininos cujas versões originais são cantadas por homens. O repertório está o mais pop entre todos e, mais uma vez, coloquei bônus no final do playlist para fugir um pouco à regra. Semana que vem tem outro podcast, porém com inserções sonoras até então inéditas. ;)

    MP3 | 192 Kpbs | 73.5 Mb | 53’33″ | download

    01. Matthew Herbert feat. Dani Siciliano: Everybody Here Wants You (Jeff Buckley)
    02. Mia Doi Todd: Norwergian Wood (The Beatles)
    03. Róisín Murphy: Slave To Love (Brian Ferry)
    04. Flunk: See You (Depeche Mode)
    05. Sia: Paranoid Android (Radiohead)
    06. Taken By Trees: Sweet Child O’ Mine (Guns’N ‘Roses)
    07. Skye: Feel Good Inc. (Gorillaz)
    08. The Cardigans: Das Model (Kraftwerk)
    09. Imogen Heap: Thriller (Michael Jackson)
    10. Bat For Lashes: Use Somebody (Kings Of Leon)
    11. A Camp: Us And Them (Pink Floyd)
    12. Ingrid Michaelson: Can’t Help Falling In Love (Elvis Presley)

    Bônus:
    13. Ben Lee: Kids (MGMT)

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    24/04/2009Música

    Achou que era só aquilo? Tem mais para ouvir e conhecer. ;)

    Anna Ternheim – Strangers In The Night (Frank Sinatra)
    The Cardigans – Das Model (Kraftwerk)
    Susanna And The Magical Orchestra – Enjoy The Silence (Depeche Mode)
    Bernadette Seacrest – Fever (Little Willie John)
    Skye – Feel Good Inc. (Gorillaz)
    Kate Nash – Fluorescent Adolescent (Arctic Monkeys)
    Flunk – True Faith (New Order)
    Mia Doi Todd – Norwegian Wood (The Beatles)

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    03/03/2009Música

    Lembra que eu ia falar um pouco sobre o novo disco do projeto solo da Nina Persson? Pois bem, tarda mas não falha.

    Nina Persson

    A Camp nasceu lá no comecinho dos anos 2000, logo após Nina ter dado uma pausa de sua banda sueca. O primeiro álbum do A Camp soa bem diferente e independente dos Cardigans. O tom meigo e ao mesmo mórbido não se compara com o timbre forte e cortante de Nina agora sozinha (o que dizer de Hard As A Stone, tão severa quanto o título da canção?). É fato que a loirinha se afundou no folk como fonte de inspiração, o que pode até ter influenciado o disco seguinte do grupo, “Before Long Gone Daylight”.

    Quase nove anos para o lançamento do segundo álbum, é difícil imaginar que ela fosse voltar a fazer algo sozinha. Quando Nina anunciou que iria começar a turnê no final do ano passado como A Camp, foi realmente uma surpresa para todos. Além do repertório já conhecido de “A Camp”, ela arriscou ao vivo o primeiro single de “Colonia”, intitulado Stronger Than Jesus. A letra marca mais do que o título, tanto que ela faz questão de erguer o punho toda vez que chega no refrão. O folk ainda predomina, mas dá para pegar no ar um clima mais setentista, a começar pelo primeiro vídeo oficial do novo disco. Outras fotos parecem voltar mais ainda no tempo -- e também por algumas apresentações feitas na TV. O álbum em si me agradou bastante, mesmo não tendo nenhum resquício característico do primeiro trabalho. (já devo ter falado o quão péssimo sou para descrever música, então faça dos seus ouvidos um crítico de arte contemporânea… rs!)

    No site oficial (não sei se ainda está disponível), ao se cadastrar para receber newsletter, é possível baixar uma versão em alemão de Silent Night -- Noite Feliz para os tupiniquins. E não é que eu descobri o vídeo fuçando no YouTube? Confira abaixo:

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    24/02/2009Música

    I will never know
    ‘Cause you will never show
    Come on and love me now
    Come on and love me now

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    22/01/2009Música

    Nossa, quanto tempo eu não fazia uma rapidinha, hein! (desculpe o trocadilho infame) Dessa vez não vai ter muita novidade devido à minha “falta de tempo ocioso”. Tudo por causa do meu novo trabalho – nem posso reclamar, pois era tudo o que eu mais queria desde o começo do ano passado; só tenho a agradecer.

    A Camp: o projeto solo de Nina Persson, vocalista da banda sueca The Cardigans (nem precisava citar, mas é só para constar), já lançou pelas terras geladas de lá o segundo álbum, intitulado “Colonia”. Nem preciso dizer que já vazou na internet e os fãs fissurados já estão publicando suas primeiras impressões internet afora. Vou me programar para a data oficial para fazer meus comentários, ok? Como vocês já devem ter visto, eu postei o vídeo do primeiro single Stronger Than Jesus. Totalmente nostálgico à década de 70, bem mais “forte” (mais um trocadilho infame) se comparado com o folk calminho do primeiro trabalho.

    The Whitest Boy Alive: fiquei sabendo deles através do Erlend Øye, um dos meninos do Kings Of Convenience. De acordo com o site deles, o projeto começou em 2003 e se caracterizam com músicas sem “elementos programados”, ou seja, sem sintetizadores ou efeitos especiais provenientes de computador – o que me fez lembrar o Cornelius (apesar de ele ser muito mais experimental e mais difícil de aceitar de primeira). Confesso que não ouvi o primeiro álbum – e talvez leve algum tempo até escutar o segundo, que só sai em março desse ano. Preciso conferir e dar mais atenção a eles. Por favor, me cobrem uma opinião  melhor elaborada depois. ;)

    The Bird And The Bee: um dos meus duetos retrô-anos-sessenta favoritos vai lançar álbum esse ano. Espero que tenham feitos covers tão engraçados como o que fizeram do Bee Gees (How Deep Is Your Love) e da Madonna (Material Girl).

    Alela Diane: será que eu já falei dela por aqui? Ela vai lançar daqui a um mês seu segundo álbum de estúdio. Não faz muito meu estilo, mas é uma cantora de folk – não chega a ser psy-folk, para quem acha que vai encontrar uma Vashti Bunyan – a qual se deve dar um pouco de crédito. Ela segue um pouco a linha da Mariee Sioux e da Marissa Nadler, porém sem aqueles dramas melódicos e vocais extensos. (não conhece nenhuma delas? Também vale a pena ouvi-las, nem que for por curiosidade).

    Juliette Lewis: eu li que ela resolveu acabar com seus Licks, pelo menos por enquanto. Agora são os Romantiques. Vai entender…

    Starsailor: adoro essa banda porque, apesar de tocarem algo entre powerpop e indiepop, parece totalmente depressiva. Deve ser por isso que gosto tanto deles, principalmente por causa de Silence Is Easy. Estão também com álbum novo na praça, “All The Plans”, a ser lançado lá em março.

    Impressão minha ou todo mundo decidiu lançar álbuns no mês de março? Deve ser por causa do Carnaval. :)

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    16/01/2009Música

    A Suécia definitivamente é um dos países referência para quem quer conhecer bons artistas, especialmente as cantoras. Apesar de poucas bandas ficarem conhecidas no mundo (preciso citar o ABBA?), há muitas outras que também mereciam seu lugar de destaque – quem sabe eu escrevo um artigo especial para elas. Hoje vou me ater a três cantoras suecas: Nina Persson e Anna Ternheim.

    A CampNina Persson, vocalista do The Cardigans (quem aí não se lembra de Lovefool?), arriscou-se em carreira solo logo após o lançamento do quarto álbum da banda, “Gran Turismo” (1998). A Camp, nome dado ao seu projeto paralelo, definitivamente não tem comparação com o trabalho de seu grupo. Levada pelo folk, seu repertório musical possui um clima bem mais pacífico, criando, assim, um estilo independente de cantar – apesar de ter um dedinho de seu marido Nathan Larson (na época eles ainda namoravam) na instrumentação.

    Dois anos depois, Persson reatou com a banda no álbum “Long Gone Before Daylight”, porém as influências folk tornaram-se características fudamentais nas próximas produções do grupo. Agora no final de 2008 – talvez só em 2009 -, A Camp regressa com reforço oficial de Nathan no segundo disco, intitulado “Colonia”, de acordo com as poucas informações cedidas no site oficial. Resta a nós apenas aguardar pelas faixas inéditas.

    Anna Ternheim me impressiona pela maturidade com que canta, e não é somente por causa de sua voz com tom levemente grave, sem contar as letras afiadas que escreve – será que é fruto de decepções amorosas? Toda essa maturidade começou bem cedo, lá pelos seus 17 anos, quando ainda participava de uma banda local chamada Sova. Logo quando lançou seu primeiro álbum “Somebody Outside”, de 2004, seu reconhecimento nos festivais regionais de música foi grande. Os prêmios arrecadados foram desde melhor artista feminino até melhor compositora.

    Após dois anos, ela lançou “Separation Road”, contendo a mesma fórmula provocante em suas canções. Assim como no primeiro álbum, nesse ela também lançou um disco bônus com versões acústicas das faixas originais – algumas delas, entretanto, não fazem parte do repertório. Como se fosse uma estratégia para se promover internacionalmente, a coletânea “Halfway To Fivepoints” foi lançada em 2008 nos Estados Unidos, com apenas uma música inédita, Bridges (aliás, é uma das minhas preferidas).

    Nesse mesmo ano, a sueca surpreendeu com mais um álbum repleto de músicas inéditas; dessa vez, a edição limitada com 5 faixas bônus agradou pela versatilidade de Ternheim: ela regravou em grande estilo canções de ninguém mais que Frank Sinatra, entre elas New York, New York e Fly Me To The Moon.

    Quem tiver curiosidade sobre outras duas cantoras suecas, pode conferir o que escrevi sobre El Perro Del Mar e Lykke Li. (é claro que há muitas outras, mas aí eu deixo para você revirar meu blog em busca deles)

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    10/01/2009Música

    Tem gente que adora fazer polêmica, seja na letra da música, no visual, na performance ou no clipe da música. Esse último ponto é o que me interessa mais. Particularmente, eu não acho nenhum dos vídeos abaixo polêmicos, apenas um trabalho dirigido por algum diretor que quis impressionar – talvez até para fazer seu marketing pessoal, vai saber.

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    29/12/2008Música

    De vez em quando me pego ouvindo compilações ou mesmo álbuns de DJs/produtores que se consagram por causa de um remix, independente do artista ou banda ser famoso ou não. É o caso do Todd Terry, que se destacou bem na cena de house music com a versão de Missing do dueto londrino Everything But The Girl – quase ninguém, por sinal, conhece ou prefere a versão original. Até o vídeo ficou mais famoso com o remix.

    Se não bastasse o sucesso massivo desse single, Todd mais uma vez colaborou em outros dois singles do EBTG: Wrong, do maravilhoso disco “Walking Wounded”, e Driving, que na verdade é um single da década de 80 que ganhou uma roupagem nova por causa da coletânea “The Best of EBTG”, de 1996. Além do casal, Todd já remixou The Cardigans (Lovefool), Garbage (Stupid Girl) e Jamiroquai (Alright). Isso é só para ter noção da diversidade musical que passou pelas mãos de Terry. Ele também se arrisca como produtor; lembro bem quando ele lançou, lá nos anos 90 (parece que não faz tempo, mas faz, viu), dois singles: um cover bem moderno do hit setentista Keep On Jumping e Something Goin’ On, ambos sob o comando de Jocelyn Brown e Martha Wash (uma das cantoras do The Weather Girls).

    Outro que costumava escutar muito é Timo Maas, DJ alemão que é também conhecido como produtor musical. Já tem dois discos lançados, sendo que o último, “Pictures”, conta com a participação de Neneh Cherry, Kelis e Brian Molko, vocalista do Placebo, em algumas faixas. O que mais gosto do trabalho todo de Timo são seus remixes os quais renderam releituras bem legais de artistas como Garbage (Breaking Up The Girl), o próprio Placebo (Special K), Moloko (Familiar Feeling), Fatboy Slim (Star 69), Depeche Mode (Enjoy The Silence, consegue imaginar?) e até Madonna (Don’t Tell Me). A maioria dessas versões está compilada em dois volumes, ambos intitulados “Music For The Maases”.

    Talvez você tenha a impressão de que todos os remixes sejam iguais, não pelas músicas e sim pela “linha de produção”. Isso é fato: cada DJ tem sua identidade, como se fosse uma marca registrada. Ele pode demonstrar isso com uma batida ou outro artifício eletrônico em especial. O que acho legal dos DJs é que eles experimentam reinventar qualquer gênero musical, e é aí que que se destaca o trabalho deles.

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