Zé Offline
Música. Cinema. Livros. Whatever.-
22/06/2010Podcast
Fazia tempo que não publicava um podcast por aqui. Dessa vez os covers são feitos por mulheres, cujas versões originais também são cantadas por mulheres. Como bônus – para fugir um pouco à regra e para não perder o costume -, coloquei algumas versões cantadas por homens (com exceção da última que, por equívoco, pensei ser cover de um cantor). Aperte o play e divirta-se!MP3 | 192 Kpbs | 71.5 Mb | 52’08″ | download
01. Joan As Police Woman: Overprotected (Britney Spears)
02. Ane Brun: True Colors (Cyndi Lauper)
03. CallMeKat: Toxic (Britney Spears)
04. Corrinna Repp: You’ve Been Flirting Again (Björk)
05. Nouvelle Vague feat. Angela McCluskey: We Don’t Need Another Hero (Tina Turner)
06. Russian Red: Girls Just Wanna Have Fun (Cyndi Lauper)
07. Yeah Yeah Yeahs: Hyperballad (Björk)
08. Tori Amos: All Through The Night (Cyndi Lauper)
09. Corinne Bailey Rae: Venus As A Boy (Björk)
10. New Buffalo: Don’t Let Me Be Misunderstood (Nina Simone)Bônus:
Tags: ace of base, ane brun, Angela McCluskey, björk, cantoras, corinne bailey rae, corrinna repp, cover, covers, cyndi lauper, gerald toto, Glen Hansard, Joan As Police Woman, mulheres, new buffalo, nina simone, nouvelle vague, olive, patsy cline, Podcast, portishead, radiohead, the kills, the kooks, tori amos, woon
11. Nouvelle Vague feat. Gerald Toto: Sweet Dreams (Eurythmics)
12. The Kooks: All That She Wants (Ace Of Base)
13. Glen Hansard: Everytime (Britney Spears)
14. Woon: You’re Not Alone (Olive)
15. Radiohead: The Rip (Portishead)
16. The Kills: Crazy (Patsy Cline) -
23/03/2010Podcast
Não se assustem com a foto. A tesoura, na verdade, faz parte daquele ritual de cortar a gravata em troca de dinheiro nas festas pós-casamento. Pois é, o Leon Santiago (Leoooooon para os mais íntimos) está bem excêntrico nessa foto. Assim ele é nos comentários que faz no Google Reader: adora compartilhar tudo que se refere aos irmãos italianos mais famosos do mundo ou a qualquer anime que nem os próprios japoneses conhecem. Ele também é um dos casais mais fofos e adoráveis que conheço até hoje (sua amada, aliás, está na lista de espera dos podcasts). Eles compareceram ao primeiro encontro da nossa panelinha e repetiram a dose no segundo. Quanto ao seu playlist, bom, não me arrisco a dar qualquer palpite. É uma mistura de indie rock com canções instrumentais, rapidamente interrompida por batidas fortes de funk embrenhadas pela vanguarda brasileira. Peço desculpas antecipadamente: Cartola não combinou com sua lista e muito menos com esse blog, mas vou brindar com um bônus que com certeza você vai adorar.
MP3 | 192 Kpbs | 95.7 Mb | 69’44″ | download
01. Cat Power: Theme From New York, New York
02. The Go! Team: Titanic Vandalism
03. The White Stripes: Ball And Biscuit
04. Os Mutantes: Meu Refrigerador Não Funciona
05. The Big Band Of Rogues: Theme of Shop from Zelda (Ocarina Of Time)
06. Fujiya & Miyagi: Electro Karaoke
07. Oasis: All Around The World (Reprise)
08. Nina Simone: Feeling Good
09. Clã: Sexto Andar
10. The Allman Brothers: Jessica
11. Architecture In Helsinki: Do The Whirlwind
12. Velhas Virgens: Dignidade
13. Raimundos: Rapante
14. Bonde Do Rolê: Bondallica
15. Björk: Declare Independence
16. Patti Smith: Redondo Beach (Demo)
17. Clã: I’m FreeBônus:
Tags: architecture in helsink, björk, bonde do rolê, cat power, clã, fujiya and miyagi, google reader, leon santiago, leooon, nina simone, oasis, os mutantes, patti smith, raimundos, the allman brothers, the big band of rogues, the go team, the kills, the white stripes, velhas virgens
18. The Kills: Black Balloon -
13/11/2009MúsicaFarewell my black balloon
Tags: black balloon, midnight bloom, the kills
Farewell my black balloon
Has the weather had its way with you -
Gliss
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11/11/2009Música
Mais uma banda para terminar de estourar meus tímpanos – no bom sentido, claro. Gliss é um trio californiano que faz um rock barulhento, bem no estilo The Raveonettes, e cujos óculos escuros acima me lembram o visual de The Kills. The Raveonettes, aliás, foi uma da bandas as quais Gliss abriu o show. Eles já abriram para Smashing Pumpkins, Editors e We Are Scientists também. Não posso dizer, entretanto, se esses grupos influenciaram de alguma forma o som do trio.
Em seu segundo álbum “Devotion Implosion”, lançado em abril desse ano, os ruídos de guitarra se dão bem com a voz dopada de Victoria. Faixas com uma melodia mais animada no compasso, 29 Acts Of Love e The Patrol, por exemplo, são engolidas pela lentidão de outras músicas mais rastejantes, como Sleep e Love Songs. Confira o blog deles para saber o que eles acharam das cidades onde passaram com sua turnê e, a seguir, assista ao vídeo do single Morning Light.
Tags: 29 acts of love, devotion implosion, editors, gliss, love songs, morning light, sleep, the kills, the patrol, the raveonettes, the smashing pumpkis, victoria, we are scientists -
03/09/2009Música
The Kills é uma dupla de indie rock bem doidinha. Os gritinhos da vocalista VV (Alison Mossart) e do guitarrista Hotel (Jamie Hince) lembram bem a banda também doidinha Yeah Yeah Yeahs. “Midnight Bloom” é o terceiro álbum e, pelo visto, eles resolveram fazer um som mais pop. A bateria está um tanto mais eletrônica, sem largar mão da guitarra e do baixo, e os efeitos sonoros dão uma roupagem nova e cool para as músicas (o que você mais ouve são palminhas e estalos).
Eu acho até que os fãs devem ter se decepcionado um pouco. Eu conheci o dueto anglo-americano de trás para frente, apesar de não gostar de ouvir um artista dessa maneira. Eu simplesmente adorei – e viciei – ouvindo os dois primeiros singles U.R.A Fever e Cheap And Cheerful. Os refrões são grudentos de tão repetitivos (you are a fever / you are a fever / you ain’t born typical), mais um motivo para os antigos ouvintes ficarem mais inconformados. Tem até uma lentinha, Goodnight Bad Morning, que nem parece deles.
Com a ilusão de que The Kills era acessível, fui atrás dos dois primeiros trabalhos. Fiquei surpreso com a distinção musical. “No Wow” é bem minimalista (praticamente a voz de VV e a guitarra) e “Keep On Your Mean Side” já é mais influenciado pelo garage (sim, é uma vertente do rock; o nome vem das bandas que tocavam em garagem mesmo). Ainda vou precisar muito ouvir esses dois álbuns e tentar me acostumar com a idéia de que “Midnight Bloom” não é o melhor trabalho da dupla. Difícil, viu.
Tags: alison mossart, cheap and cheerful, goodnight bad morning, hotel, jamie hince, keep on your mean side, midnight bloom, no wow, the kills, ura fever, vv, yeah yeah yeahs -
23/12/2008MúsicaPosso dizer que essa é a parte mais importante do retrô do meu blog. Oras pois, é o tema principal do meu blog, não é? Pois é, por isso foi um pouco mais difícil escolher os melhores posts de 2008. E pensar que falei de tantos artistas – entre eles, a maioria foi de cantoras -, mas quando faço as contas, o saldo ainda é insuficiente. Parece que não falei da metade (ou quase nada) do que eu já ouvi e escuto até hoje. Mas tudo bem. O blog também é um bebê, só vai fazer um ano lá em março. Até lá tem muito chão ainda…
(Re)Leia a seguir os posts, na minha opinião (quero saber a sua depois), daqueles artistas que eu mais gostei de ouvir esse ano. São aqueles – aliás, aquelas, pois as mulheres reinaram a lista – que eu deixei no repeat por semanas e, mesmo assim, voltava a escutar de tão bom que era. Vale a pena ler e ouvir de novo:
CALLmeKAT
Tags: anja garbarek, bernadette seacrest, blonde redhead, brisa roché, callmekat, elysian fields, giant drag, hollywod mon amour, kat flint, kelly de martino, lenka, nina hynes, sad day for puppets, stina nordenstam, the cinematic orchestra, the kills, the matthew herbert big band, those dancing days
Sad Day For Puppets
Kelly De Martino
The Matthew Herbert Big Band
Hollywood, Mon Amour
Lenka
Those Dancing Days
Anja Garbarek
Bernadette Seacrest
Giant Drag, Blonde Redhead, Elysian Fields e The Kills
Nina Hynes e Stina Nordenstam
Kat Flint
Brisa Roché e The Cinematic Orchestra -
11/04/2008MúsicaEstou postando tantas músicas folk que até parece que eu não gosto de rock. Sim, eu adoro, mas nem tudo agrada meus ouvidos. Não gosto daquelas bandas de rock que ficam gritando e você não entende nada do que estão falando. Por exemplo o Yeah Yeah Yeahs, que me desculpem seus adoradores e seguidores. Acho a voz dela irritante e desafinada. Só sabe berrar, mais nada.
Giant Drag. Annie Hardy parece uma adolescente revoltada com a vida e com a falta de independência. No site dela, ela fala tudo que vem na telha e não está nem aí. Os títulos de suas músicas são as mais engraçadas, (My Dick Sux, You’re Full Of Shit (Check Out My Sweet Riffs), YFLMD – iniciais de “You Fuck Like My Dad”). Ela também é uma banda de uma pessoa só. Agora ela está a procura de patrocínio para lançar seu segundo álbum, tanto que no blog do MySpace dela ela pede doações. E, por final, o cover de Wicked Game ficou o máximo (e ela não ganhou um centavo da gravadora por usarem a música no Nip/Tuck).Blonde Redhead. Comecei a ouvir de trás para frente e confesso que não gostei muito dos primeiros álbuns. “23″ é hipnótico, adoro a voz da Kazu Makino. As vozes dos gêmeos – eles são um trio no total, se essa informação for de valia para alguém – não me agradam muito. Honestamente, nem sei qual deles canta também, mas não faz diferença.
Elysian Fields. Fiquei aficcionado na primeira vez que ouvi a Jennifer Charles cantando. Que voz sensual, sussurrando direto nos seus ouvidos. E não é aquele rock pesado, apesar das guitarras serem um pouco barulhentas. Não sei explicar. A banda só é boa por causa dela. E como me lembra o primeiro álbum do Garbage quando ouço “Bleed Your Cedar” e “Bum Raps And Love Traps”. Lady In The Lake também faz parte da minha lista top músicas grudentas.The Kills. Antes de alguém pensar, achar, supor ou delirar: não é a bandinha indie-pop-insuportável The Killers. Vou ser sincero, só gosto do último álbum, “Midnight Bloom”. Os fãs mais antigos com certeza devem ter repudiado, já que os dois primeiros trabalhos são mais a cara do casal. Importa é que eu adorei.
Tags: annie hardy, blonde redhead, elysian fields, giant drag, the kills -




































Falou e disse