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Van She
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30/04/2009Música
Fiquei sabendo lá no INMWT. Resolvi ouvir uma música e gostei. Arrisquei ouvir o álbum e não me decepcionei. O quarteto australiano aí em cima é formado por Nick Routledge (vocais, guitarra), Matt Van Schie (baixo), Michael Di Francesco (sintetizadores) e Tomek Archer (batera). Influenciados pelo som dos anos 80 – eu me arrisco dizer que eles tiveram como referência Depeche Mode e The Cure -, Van She tem um repertório bem equilibrado no seu disco de estréia, “V”, que começa bem rock nas primeias faixas, onde eles abusam de baixo, guitarra e bateria.
Strangers, a primeira que ouvi, já me encantou de primeira; Cat & The Eye e Changes dobram a dose dos acordes de guitarras. Passando por It Could Be The Same, você percebe que os garotos se acalmaram um pouco e decidiram pular para os sintetizadores, fazendo a alegria de quem gosta de um bom synthpop (eu nem tanto, mas também depende da banda, né); Temps Mort provavelmente é a faixa que mais deve empolgar os fãs do gênero eletrônico, mesmo não chegando aos dois minutos.
A guitarra volta a fazer parte do arranjo em Talkin’, porém os efeitos de vozes distorcidas é bem visível – aliás, bem ouvível. Kelly incrementa as vozes alteradas digitalmente e esquece do rock que estava presente nas primeiras canções – com exceção de Virgin Suicide, que apesar de começar lenta em notas de violão e suave no tom do vocalista, se anima no refrão com a batera mais forte. Sunbeams repete a fórmula dos beats, mas fica muito melosa e repetitiva.
Strangers (confira o vídeo)
Changes
Cat & The Eye (confira o vídeo)
Temps Mort
Talkin’
Virgin Suicide
Kelly (confira o vídeo, completamente 80s!)
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Falou e disse